Confira aqui mais detalhes sobre o campanha nacional de vacinação contra a gripe.

No outono, a variação de temperatura, sobretudo as quedas bruscas, fazem com que muitas pessoas fiquem gripadas. Isso acontece porque há um aumento no número de pessoas aglomeradas em lugares fechados e que não possuem ventilação.

A contaminação ocorre pelo contato com a pessoa doente. A gripe, apesar de muitos acreditarem que é inofensiva, pode causar infecções bacterianas ou virais e, nos piores casos, a pessoa pode falecer.

Por conta de uma situação atípica no estado do Amazonas, onde só nesse início de ano já aconteceu um número elevado de mortes por conta da H1N1, a vacina já está a todo vapor: desde o dia 20 de março os amazonenses podem ser vacinados. Em outros estados, a Vacina contra gripe 2019 começa hoje e vai até o dia 31 de maio. Descubra se você está entre os grupos que têm direito à vacinação.

O que a vacina contra a gripe faz e quais tipos de gripe combate?

A vacina contra gripe 2019 imuniza o indivíduo contra os tipos mais comuns de gripe que estão espalhados pelo ar, impedindo que adoeça.

  • H1N1;
  • H3N2;
  • Influenza B.

Quem será a prioridade?

Entre os dias 10 e 18 de abril, o foco da Vacina contra gripe 2019 vai focar nos grupos de risco eleitos pelo Ministério da Saúde e segue o que foi recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS):

  • Crianças que estejam na faixa-etária de seis meses a seis anos incompletos;
  • Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto).

Uma mudança importante aconteceu de 2018 para cá e merece atenção: antes, somente crianças com até 5 anos incompletos poderiam ser vacinadas. Nesse ano, essa idade aumentou para 6 anos incompletos, ou seja, até 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

Quem pode tomar a vacina?

A partir do dia 21 de abril, domingo, o público alvo aumenta. A meta para o ano de 2019 é que pelo menos 90% dos grupos sejam vacinados. No estado de São Paulo, esse número corresponde a 13 milhões de habitantes.

  • Adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos que estejam sob medidas socioeducativas;
  • Crianças de 1 a 5 anos;
  • Grávidas e puérperas (que tiveram filho nos últimos 45 dias);
  • Idosos;
  • Indígenas;
  • Pessoas que sofrem de doenças crônicas;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas que fazem acompanhamento pelo SUS;
  • Pessoas que estão em situação de privação de liberdade;
  • Professores;
  • Trabalhadores da saúde.

Quais são as doenças crônicas que permitem que a pessoa seja vacinada?

  • Doenças respiratórias como asma, DPOC, fibrose cística, etc.;
  • Doenças cardíacas como hipertensão, insuficiência cardíaca, etc.;
  • Doenças neurológicas como AVC, paralisia cerebral, esclerose múltipla, etc.;
  • Doenças hepáticas como hepatite, cirrose, etc.;
  • Doenças renais como síndrome nefrótica;
  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Imunossupressão (quem está com o sistema imunológico em baixa por conta de doenças ou medicação);
  • Trissomias como síndrome de Down, de Wakani, etc.;
  • Quem recebeu transplante de órgãos sólidos e medula óssea.

O que é o Dia D e quando será?

O Dia D será num sábado, dia 4 de maio. Na terceira etapa, a vacinação estará disponível para todos que fazem parte do público-alvo. É um momento em que a campanha se intensifica e todo o país se mobiliza.

Se você faz parte do grupo, vá para uma unidade de saúde o quanto antes. Se você conhece alguém que faz parte, peça para que essa pessoa se vacine o mais rápido possível e, se ela tentar resistir, cabe a você convencê-la da importância da Vacinação contra gripe 2019. Não há contraindicação e ela pode salvar uma vida. A imunização demora entre duas a três semanas para acontecer, por isso, não deixe de prevenir.

Caso você não faça parte desse grupo, mas deseja tomar a vacina, pode se dirigir a um estabelecimento da rede de saúde privada. Nesse caso, o valor varia de R$100 até R$200,00.

Por: Jéssica Lima Cochete


População poderá começar a tomar a vacina a partir do dia 10 de abril de 2019.

No próximo dia 10 de abril do corrente ano, vai iniciar a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Assim que for lançada a campanha, haverá a divulgação das metas e da quantidade de doses que serão oferecidas.

De acordo com informações do Ministério de Saúde, já ocorreram cerca de 232 casos de influenza e 50 pessoas chegaram a óbito em decorrência da doença.

O estado do Amazonas, a vacinação precisou ser antecipada, tendo em vista o fato de haver maior exposição do vírus. Lá a vacinação se iniciou no último dia 20. Ainda de acordo com informações do Ministério Público, no estado do Amazonas houveram 113 pessoas que foram infectadas pelo vírus da influenza e 31 pessoas chegaram a óbito por causa do vírus.

A intenção dessa campanha é imunizar e proteger a todos contra os tipos mais comuns de influenza que estão em circulação no estado onde acontece a campanha.

Cabe ressaltar que a vacina não protege contra problemas respiratórios ou contra qualquer outro tipo de gripe.

Os tipos e especificações de vírus são estipulados pela OMS – Organização Mundial de Saúde, localizada no Hemisfério Sul e os micro-organismos que tem de estar presentes e inseridos na vacina ficam disponíveis no mês de setembro que antecede as campanhas de vacinação.

Quando a divulgação da linhagem do vírus, é feita pela OMS – Organização Mundial de Saúde, os laboratórios começam a trabalhar na produção e na fabricação da vacina. Ainda no mês de setembro de 2017, o Instituto Butantan, que fica localizado na cidade de São Paulo, começou a produção da vacina da campanha.

A vacina pode ser tomada por todas as pessoas, estando disponível de forma gratuita para alguns específicos grupos de pessoas na rede de saúde pública. Para as pessoas que não se enquadram nesse grupo especifico, a vacina poderá ser conseguida em rede privada pelo valor de R$ 130,00 (cento e trinta reais).

Cabe salientar que a dose da vacina deverá ser repetida todos os anos.

Lista de casos de contaminação e de óbitos pelo vírus da influenza no Brasil

Amazonas

  • Casos: 113
  • Óbitos: 31

Alagoas

  • Casos: 2
  • Óbitos: 2

Rondônia

  • Casos: 3
  • Óbitos: 3

Pará

  • Casos: 7
  • Óbitos: 3

Tocantins

  • Casos: 2
  • Óbitos: 1

Ceará

  • Casos: 4
  • Óbitos: 0

Pernambuco

  • Casos: 8
  • Óbitos: 0

Sergipe

  • Casos: 2
  • Óbitos: 0

Bahia

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Minas Gerais

  • Casos: 9
  • Óbitos: 0

Rio de Janeiro

  • Casos: 2
  • Óbitos: 0

São Paulo

  • Casos: 49
  • Óbitos: 2

Paraná

  • Casos: 11
  • Óbitos: 5

Santa Catarina

  • Casos: 5
  • Óbitos: 1

Rio Grande do Sul

  • Casos: 7
  • Óbitos: 1

Mato Grosso do Sul

  • Casos: 1
  • Óbitos: 1

Mato Grosso

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Goiás

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Distrito Federal

  • Casos: 4
  • Óbitos: 0

TOTAL DO BRASIL

  • CASOS: 232
  • ÓBITOS: 50

Pessoas que estão liberadas para receber a vacinação no dia da campanha

  • Mulheres grávidas e as que estão em estado puerperal

  • Crianças de 1 ano a 5 anos, 11 meses e 29 dias

  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estiverem sob medidas socioeducativas

  • Idosos

  • Trabalhadores da área de saúde

  • Povos indígenas

  • Professores que trabalham em escolas públicas ou em escolas privadas

  • Pessoas que se encontram com morbidade ou em condições clínicas especiais

  • Funcionários que trabalham no sistema prisional

  • Pessoas que são privadas da liberdade

Como foi a campanha no ano de 2018?

No ano de 2018, os números de casos e de morte foram altíssimos, chegando a 6.678 casos de influenza e a 1.370 mortes no país.

De acordo com as informações do Ministério de Saúde, para cada 100 mil habitantes em território nacional, a taxa de mortalidade está em 0,66.

Por Carol Wurlitzer


Conheça aqui mais detalhes sobre a Meningite B e sua nova vacina.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou em janeiro deste ano o registro de uma nova vacina para a meningite B. Denominado de Trumenba, este novo imunizante atenderá na faixa etária de 10 a 25 anos. Sua ação é na prevenção da meningite de sorotipo B, que é causado pela bactéria Neiseria Meningitidis.

De acordo com Isabella Ballalai, que ocupa atualmente a vice-presidência da Sociedade Brasileira de Imunizações, a vacina é utilizada nos Estados Unidos, onde obteve resultados positivos no combate à perigosa doença. A vacina irá evitar que haja surtos de meningite, sobretudo entre os adolescentes.

É importante observar que desde maio de 2015 é encontrada no Brasil a vacina Bexsero, a primeira no país a combater a meningite tipo B. Esta vacina atende a uma faixa etária mais ampla, variando de 02 meses a 50 anos de idade. A Bexsero, entretanto, não é encontrada na rede pública de saúde, estando restrita a estabelecimentos particulares.

Em relação à Trumenba, não há definição sobre quando ela começará a ser distribuída no Brasil, processo mais complexo do que sua aprovação. Ainda assim, trata-se de uma boa notícia no combate à meningite B. De acordo com Sandro Artur Ostrowski, que é diretor na Associação Brasileira das Clínicas Vacinas (ABCVac), é importante ter opções de vacinas contra a doença, sobretudo para amenizar possíveis dificuldades causadas por desabastecimento de estoque. O problema, por exemplo, já ocorreu em 2015, o que gerou transtornos.

Além dos Estados Unidos, a vacina também é aplicada na União Europeia. Para poder ser aplicada no Brasil, é necessário que, antes de sua comercialização, seja aprovado pelas autoridades do país o preço médio do imunizante. Quem faz essa análise é a Câmara de Regulação de Mercado de Medicamento (CMED). Além de ter o valor estipulado utilizando como base o menor preço internacional, serão definidas as taxações que incidirão sobre o medicamento.

A meningite

A meninge é uma inflamação que atinge membranas que se encontram em torno do cérebro e da medula espinhal, chamadas de meninges. Essas infecções podem ocorrer devido a parasitas, vírus, bactérias ou fungos. A doença pode ser fatal.

Quando causada por bactérias, a meningite costuma ser mais letal. A meningite meningocócica e a meningite pneumocócica são as mais graves, podendo provocar infecção generalizada. Em sua forma viral, por outro lado, a meningite é menos perigosa.

Os sintomas da meningite bacteriana incluem rigidez no pescoço, dor de cabeça e febre. O quadro ocorre de forma súbita e pode incluir também confusão mental, vômito, náuseas, maior sensibilidade à luminosidade e mal estar. Situações mais perigosas envolvem tremores, delírio, convulsões e o paciente pode até entrar em coma.

A meningite viral inclui também em seu quadro sonolência, perda de apetite, irritabilidade e falta de energia.

A transmissão, no tipo viral apresenta variações de acordo com o tipo de vírus. Há casos em que a transmissão ocorre pela picada de insetos ou através do contato com pessoas ou com objetos que tenham sido infectados. A meningite bacteriana tem transmissão através do contato com secreções e gotículas de vias aéreas de uma pessoa infectada. Existem bactérias que também são transmitidas através de alimentos.

O diagnóstico da meningite ocorre com exames de sangue e pela análise do líquido cerebroespinhal, conhecido por liquor. Quando a pessoa está infectada, o liquor, que deveria ser incolor, fica turvo. É preciso identificar qual o agente causador da meningite (se bactéria, vírus, fungo…) para ser estipulado o tratamento adequado.

Quando se tem a suspeita de meningite, é feita a internação. Se a infecção for causada por vírus, o tratamento é feito através de antivirais. Já a infecção bacteriana é tratada com antibióticos. Fungos precisam ser tratados através de antifúngicos.

A forma adequada para prevenção da meningite é através da vacinação. Já existem imunizadores para os principais tipos da infecção.

Por Luís Fernando Santos


Saiba aqui como tirar a Carteira Internacional de Vacinação pela Internet.

Uma importante notícia foi divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, durante essa semana. Isso porque o órgão liberou oficialmente que o interessado possa fazer a emissão digital de sua Profilaxia, também conhecido como o Certificado Internacional de Vacinação. Essa mudança e atualização é o fruto de uma parceria entre a Anvisa em conjunto com a Secretaria de Governo Digital, pertencente ao Ministério da Economia.

Assim, de acordo com William Dib, diretor-presidente da Anvisa, a ferramenta será muito útil para facilitar o processo e a vida de ambas as partes. Isso porque, até então, o cidadão precisava sempre comparecer diretamente em uma unidade que fosse credenciada para essa finalidade, exigindo alguns deslocamentos cansativos. É importante ressaltar que o Brasil é o pioneiro a oferecer esse serviço na modalidade online e gratuito.

Para Paulo Webel, secretário geral da Desburocratização, da Gestão e do Governo Digital, essa é apenas uma das medidas que buscam facilitar e trazer maior efetividade para o público. Sendo assim, pode-se esperar uma série de outros serviços públicos que serão integrados nessa forma digital.

Segundo a Anvisa, por ano são emitidas cerca de 730 mil solicitações referentes aos certificados. Com a realização dessa emissão de forma digital, a estimativa é de que se alcance uma economia de cerca de R$ 120 milhões por ano.

Entenda um pouco mais sobre a certificação

Em caso do usuário necessitar realizar uma viagem, esse poderá, logo após a vacinação em um posto de Sistema Único de Saúde (SUS) ou em uma clínica especializada e credenciada, fazer a solicitação de seu certificado. Com isso, é garantida a sua entrada em países que possuem como exigência algumas vacinas específicas. Feita a análise do processo e a imunização, o cidadão poderá fazer o seu cadastro e o envio de sua solicitação em um site de serviços da Anvisa, resta aguardar a sua aprovação de pedido. Vale lembrar que o processo leva em torno de cinco dias úteis. Assim, é importante se organizar para antecipar o processo frente a uma viagem marcada, por exemplo.

O viajante irá receber uma mensagem que avisa sobre a disponibilidade do certificado para a assinatura e a sua impressão. O tempo para essa impressão não é limitado, ficando o arquivo no site para consulta pelo tempo que for necessário.

Conforme dados divulgados pela própria Anvisa, um número superior a cem países no mundo todo exigem do viajante o Certificado Internacional de Vacinação. Isso ocorre para que seja realizada a comprovação desse em relação à sua imunização, especialmente se tratando da febre amarela. Em alguns países mais rigorosos, não há permissão de entrada do passageiro sem a apresentação do documento, incluindo o processo de conexão. É o caso, por exemplo, da Tailândia, Bahamas e da Austrália.

Passo a passo para a emissão do certificado internacional de vacinação

Para quem precisa fazer a sua emissão do certificado internacional de vacinação, porém não sabe como realizá-lo, nós te daremos o passo a passo.

Em primeiro lugar, é importante estar ciente de que o documento somente será realizado se você já tiver se encaminhado para um posto ou clínica para a vacinação. Feito isso, acesse o portal do serviço, no endereço eletrônico www.servicos.gov.br. Lá, é necessário realizar um cadastro e, após, enviar a sua solicitação.

O seu processo passará por uma análise e, uma vez aprovado, você já receberá a sua mensagem. Atente aos dados que serão informados durante o cadastro, uma vez que esses serão utilizados para os alertas e mensagens futuras. Após, imprima o seu cartão e assine no local que está sendo indicado. Com a realização da assinatura digital, não é necessária a presença física em posto de atendimento .

Kellen Kunz





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