Região Sul passará a receber doses da vacina.

Desde o início deste ano não param de ser notificados casos de febre amarela no Brasil. O número de mortes é realmente alarmante, porém, a maioria dos casos se deu nos estados de Minas Gerias e São Paulo, em regiões mais interioranas. Desse modo, de lá para cá, as regiões consideradas de risco pelo Ministério da Saúde tiveram a vacinação contra a doença intensificada e grande, pode-se dizer a maioria da população já conseguiu se vacinar, pois uma das medidas de prevenção da doença é por meio da vacinação.

Nesta última terça-feira, dia 21 do mês de março, foi anunciado pelo Ministério da Saúde que não somente as regiões com incidências de casos da doença receberão a vacina, mas sim todos os estados brasileiros, pois a sua recomendação passa-se a todo o país.

Desse modo, a partir de agora os estados começarão a receber lotes da vacina e poderão organizar suas campanhas de vacinação. A previsão é de que dentro de poucos meses todo o território brasileiro já tenha recebido as vacinas contra a doença.

Já existe um cronograma criado pelo Ministério da Saúde em que está determinado que a vacinação se dará progressivamente, mas que todos os estados serão atendidos.

Existe uma estimativa de que dentro de um período de um ano, mais de 1.500 cidades já recebam as vacinas e até o mês de abril do ano que vem, 100% do território brasileiro já esteja vacinado e imunizado contra a doença.

Em resposta sos vários casos da doença que apareçam em determinadas regiões do país, o Ministério da Saúde teve que promover a vacinação nessas regiões em caráter emergencial, para que as consequências não fossem maiores, haja vista que muitas pessoas morreram em decorrência da febre amarela.

Ricardo Barros, que é ministro da saúde, afirmou que a ação de criar um cronograma que vise a vacinação de toda a população do país é um passo a frente em relação à doença. E que diferentemente das outras regiões em que houve um estado de emergência, para as demais localidades do país a vacinação terá um caráter preventivo e muito importante para erradicar a doença que depois de anos de erradicação volta a atingir os brasileiros.

A vacinação é a melhor maneira de evitar a febre amarela, pois ao toma-la o indivíduo fica imune.

Nos estados da Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro já está acontecendo a campanha de vacinação com dose fracionada. Assim, estes estados continuarão recebendo seringas conforme já estava na programação.

O próximo passo apontado pelo cronograma é a vacinação da população dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, que a partir do mês de julho deste ano poderão contar com a realização e campanhas que visem à vacinação em todos os seus municípios, recebendo a dose padrão da vacina contra a febre amarela.

Seguindo o cronograma, no mês de janeiro de 2019 os estados do Nordeste darão início as suas campanhas, de forma que todos os municípios também recebam a dose padrão da vacina (e não fracionada).

Diante de tantos casos, muitas vezes noticiados como surtos da doença e principalmente da insegurança da população brasileira, o governo federal recomendou que toda a população brasileira (quem não possui contraindicações) fosse vacinada. Desse modo, a OMS, que é a Organização Mundial da Saúde, concedeu autorização para que a vacinação nacional seja realizada.

Milhões de brasileiros já receberam a vacina, a maioria deles em caráter emergencial. Agora, a expectativa do Ministério da Saúde é de que 77,5 milhões de pessoas de todas as regiões do país sejam imunizadas e assim a temida febre amarela seja eliminada de nosso país.

Sirlene Montes


Veja as principais dúvidas sobre a vacina da febre amarela e suas respostas.

O Brasil está em alerta sobre casos de febre amarela, essa atenção ficou voltada principalmente no ano de 2017 e agora em 2018 há uma grande procura da vacina nos postos do País. Já sabemos que existem casos de pessoas que morreram com a doença e alguns macacos também, pois estão infectados. É importante ressaltar que o animal não é o transmissor da doença, e sim o mosquito Aedes Aegypti. A febre amarela pode levar a morte em pouco tempo, então é preciso vacinar.

Polêmica sobre reação da vacina da febre amarela

Muitas pessoas ficam inseguras em relação a se vacinar, pois existem muitos boatos na internet sobre mortes após a vacinação. É claro que a maioria dessas afirmações são boatos que se espalham nas redes sociais e acabam ganhando forças e causando pânico. Vale ressaltar que existe uma sinalização para um grupo de pessoas que não podem se vacinar e essas e outras informações vão estar logo abaixo:

1- A vacina pode provocar reação? E quais seriam essas reações?

Sim. Todas as vacinas podem causar algum tipo de reação. E a vacina da febre amarela pode causar reações como: mal-estar, dor de cabeça e febre.

2- A vacina causa dor ou inchaço?

A maioria das pessoas que tomam a vacina não reclamam que ela é dolorida ao ser dada e nem de inchaço depois da aplicação. A agulha é relativamente menor que a maioria das vacinas. Porém, se a pessoa for sensível, ela pode sentir um pequeno desconforto, nada fora do normal.

3- Gestante pode tomar a vacina?

Não. A gestante faz parte do grupo de pessoas que não devem tomar a vacina da febre amarela.

4- Os bebês podem tomar a vacina da febre amarela?

Os bebês que tiverem idade a partir de nove meses podem ser vacinados contra a febre amarela. Porém, se essa criança morar em um local que tenha surto da doença e mortes de macaco com a febre amarela, a idade é a partir de 6 meses.

5- É verdade que quem tem baixa imunidade não pode se vacinar contra a febre amarela?

Sim. Quem tem imunidade baixa está no grupo de risco e de imediato não poderá tomar a vacina. O ideal é passar com o médico e fazer exames e ter uma avaliação mais completa, e caso ele permita, é preciso levar essa autorização no posto de saúde no dia em que for se vacinar.

6- Alguns medicamentos podem causar problemas para quem se vacina?

A princípio não existe nenhuma contraindicação em relação a medicações, exceto o uso de corticoide.

7- Como funciona a vacinação para quem acha que já se vacinou a anos atrás e não tem certeza?

Nesse tipo de caso a melhor solução é se vacinar novamente, pois muitas pessoas perdem a caderneta de vacinação em algum momento de sua vida e ficam sem saber se tomaram ou não a vacina. No caso da vacina da febre amarela é bom não bobear, pois a doença pode matar e já existem casos de morte no Brasil.

8- É preciso estar em jejum para tomar a vacina da febre amarela?

Não. Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que estão indo ao posto em busca de informações sobre a vacina da febre amarela. Porém, não é preciso estar em jejum para se vacinar.

9- Qual a idade base das pessoas que podem se vacinar?

A idade base para vacina é de 9 meses a 59 anos. Crianças que já tomaram a vacina antes da campanha e do risco de epidemia não precisam tomar. É essencial levar a caderneta da criança para que o profissional de saúde verifique na hora se precisa ou não vacinar. Em caso de pessoas que já tenham 60 anos ou mais é indicado apenas se vacinar com o consentimento do médico.

10- Em caso de risco de já ter contraído a doença, como deve proceder?

Nesse caso não pode se vacinar e sim procurar um hospital o mais rápido possível para verificar que realmente a pessoa contraiu a doença.

Essas são as informações principais da vacina da febre amarela!

Cristiane Amaral


Medida passa a valer a partir do dia 5 de junho de 2017.

A partir da próxima segunda-feira, dia 5 de maio de 2017, todas as pessoas que não se enquadravam no público-alvo da campanha de vacinação do vírus influenza, poderão se vacinar. A ampliação será para todas as faixas etárias e terá duração enquanto houver estoque das doses de vacina.

O motivo da medida se deu devido às mais de 10 milhões de doses que ficaram disponíveis este ano. Até o final do mês de maio, o Ministério da Saúde já havia ampliado o prazo da ação para a data final de 9 de junho, dada a baixa procura em todos os postos de saúde participantes, o que resultou no não cumprimento da meta estabelecida de vacinação.

O único Estado que fez a sua parte e vacinou 90% das pessoas foi o Amapá. Na sequência, ficaram: Paraná, com 84,9%; Santa Catarina, com 84,8%; Goiás, com 82,4%; Rio Grande do Sul, com 82%; e Pernambuco, com 81,3%.

Por outro lado, os estados com menor campanha foram: Roraima, com 60,8%; Pará, com 65,3%; Mato Grosso do Sul, com 67,8%; Mato Grosso, com 68,3%; Acre, com 68,9%; Bahia, com 70,9%; e Sergipe, com 71,5%.

Em regiões, os números ficaram divididos da seguinte forma: Sul, com 83,7% da população vacinada; Sudeste, com 76,6% da população vacinada; Centro-Oeste, com 75,5% da população vacinada; Nordeste, com 74,8% da população vacinada; e, por último, região Norte, com 72,9% da população vacinada.

Em todo o Brasil, até a última sexta-feira, dia 2 de junho, 41 milhões de brasileiros do público-alvo haviam se vacinado. Porém, a população que enquadrava a campanha havia contabilizado 54,2 milhões de pessoas. Sendo assim, foi imunizado um número muito inferior ao previsto, equivalente, em porcentagem, a 76,7% do público.

Conforme o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a baixa procura se deu pelos poucos casos registrados por influenza, uma vez que o vírus ainda não teve grande circulação. Sendo assim, as pessoas procuraram menos os postos.

No total, foram oferecidas 60 milhões de doses de vacina. Uma vez que elas só possuem a validade de um ano, a tomada de decisão por abranger a vacinação para o restante da população foi feita para evitar o desperdício das mesmas.

Portanto, se você ainda não se vacinou, não perca tempo e se proteja para quando o inverno chegar. Em média, a vacina demora 15 dias para reagir e fazer efeito no organismo e, por esse motivo, é oferecida antecipadamente ao frio.

Kellen Kunz


Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra o HPV será distribuída pelo SUS, para meninas com idade de 10 a 11 anos, no início das aulas no ano que vem. Essa vacina vai estar disponível de forma permanente em aproximadamente 5 mil unidades de saúde. Além disso, também serão realizadas campanhas de vacinação em escolas públicas e particulares.

Só em 2012, foram registrados 17,5 mil novos casos de HPV no Brasil, essa doença é uma das principais causas do câncer do colo do útero.

No país, 3.3 milhões de pessoas são consideradas como público-alvo e a meta é atingir 80% desse número. Em um primeiro momento, serão distribuídas 12 milhões de doses de vacinas para meninas. A previsão é que sejam gastos cerca de R$ 30 por unidade, totalizando R$ 452,5 milhões.

A vacina, produzida pela Merck e pelo Instituto Butantã, será administrada em três doses.

Essa vacina protege contra quatro subtipos de HPV: 18, 16, 11 e 6, sendo que o 16 e o 18 são os que apresentam maiores riscos de câncer.

Por Jéssica Posenato


Boa saúde é um dos maiores bens, se não o maior, de toda e qualquer pessoa. Oferecer acesso ao sistema básico de saúde é um dever do Estado, bem como direito do cidadão. Entre 25 de abril e 13 de maio ocorrerá a 13ª Campanha Nacional de Vacinação, com atendimento a idosos e indígenas.

A novidade para a nova edição é a inclusão de crianças entre seis meses e dois anos, profissionais da área da saúde e gestantes, na nova campanha. De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a vacina resguarda os cidadãos contra os três principais vírus que rodeiam o hemisfério Sul, tais como o Influenza A, conhecido por H1N1 e erroneamente lembrado como “gripe suína”.

Aproximadamente 65 mil postos de saúde de todo o Brasil estarão aptos para aplicar a vacina. Em 30 de abril, acontecerá o Dia de Mobilização Nacional, que tem por objetivo incentivar os brasileiros a comparecerem a uma das unidades de atendimento.

Pessoas com alergia à proteína do ovo não podem tomar a vacina e cidadãos com dificuldade na produção de anticorpos precisam consultar seu médico. O Ministério da Saúde revela que para atender à demanda, cerca de 33 milhões de doses foram adquiridas entre vacina, agulhas e seringas, a um valor de R$ 229 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ministério da Saúde


A febre amarela é uma doença transmitida através da picada da fêmea do mosquito que esteja infectado e mata mais de 30 mil pessoas todos os anos.

A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – está realizando estudos para desenvolver uma nova vacina contra a doença e conta com a parceria do Centro Fraunhofer para Biotecnologia Molecular e o iBio Inc, duas instituições de pesquisas americanas.

O objetivo é desenvolver uma vacina que cause menos reações ou efeitos colaterais, e o projeto utilizará uma planta chamada Nicotiana benthamiana para criar a vacina. Os testes com o novo imunizante devem começar daqui a três anos e terá o investimento de cerca de US$ 6 milhões por parte da Fiocruz.   

Por Andrea Gomes

Fonte: Agência Brasil





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