Remédio está sendo fabricado pela farmacêutica Eli Lilly e deve chegar ao Brasil entre 2018 e 2019.

Um novo medicamento que foi aprovado em tempo recorde passa trazer mais esperança a pacientes que sofrem com um tipo de tumor que ainda não tinha tratamento disponível. A droga pode ser administrada através de uma infusão intravenosa.

Sarcoma de Partes Moles

O Sarcoma de Partes Moles trata-se de um tipo de tumor considerado raro, mas que mesmo assim provoca, só nos Estados Unidos, por exemplo, algo em torno de 5 mil mortes por ano. Por enquanto no Brasil ainda faltam dados apurados sobre a incidência dele.

Conforme informação do oncologista Rodrigo Munhoz do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, até o momento não existiam drogas específicas para o combate ao tumor, mas a espera está bem perto de acabar.

Olaratumabe

A droga da farmacêutica Eli Lilly, que é chamada Olaratumabe, foi liberada recentemente pelas agências regulatórias tanto dos Estados Unidos quanto da Europa.

Os resultados prévios foram tão satisfatórios que o remédio ganhou o selo de terapia inovadora, além de ter o processo de aprovação adiantado, tendo em vista que foi constatado se tratar de um remédio que poderá beneficiar um número expressivo de pacientes acometidos do câncer de partes moles.

O Olaratumabe faz parte da classe das terapias chamadas “terapias alvo”, que utilizam-se de drogas que agem similarmente a um míssil teleguiado, ou seja, atacam com assertividade uma parte mais específica do câncer, interferindo em uma proteína chamada PDGFR- alfa, a qual é diretamente envolvida no crescimento do tumor.

Tratamento

A nova droga agora passará a fazer parte da primeira opção de tratamento, juntamente com a quimioterapia utilizada no sarcoma de partes moles com metástase. A chegada do remédio ao Brasil está prevista apenas para o ano de 2018 ou 2019, mas já pode ser comemorada, pois é um avanço necessário e eficaz.

A Experiência

A experiência feita antes da aprovação do remédio contou com a participação de 133 voluntários divididos em 2 grupos. O primeiro grupo fez um tratamento com a nova droga e quimioterapia, o segundo somente com quimioterapia. Os resultados indicaram uma sobrevida maior nos pacientes do primeiro grupo, que obtiveram uma média de sobrevida de 11,8 meses, o que não foi atingido pelos pacientes do segundo grupo.

Por Silvano Andriotti


Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra o HPV será distribuída pelo SUS, para meninas com idade de 10 a 11 anos, no início das aulas no ano que vem. Essa vacina vai estar disponível de forma permanente em aproximadamente 5 mil unidades de saúde. Além disso, também serão realizadas campanhas de vacinação em escolas públicas e particulares.

Só em 2012, foram registrados 17,5 mil novos casos de HPV no Brasil, essa doença é uma das principais causas do câncer do colo do útero.

No país, 3.3 milhões de pessoas são consideradas como público-alvo e a meta é atingir 80% desse número. Em um primeiro momento, serão distribuídas 12 milhões de doses de vacinas para meninas. A previsão é que sejam gastos cerca de R$ 30 por unidade, totalizando R$ 452,5 milhões.

A vacina, produzida pela Merck e pelo Instituto Butantã, será administrada em três doses.

Essa vacina protege contra quatro subtipos de HPV: 18, 16, 11 e 6, sendo que o 16 e o 18 são os que apresentam maiores riscos de câncer.

Por Jéssica Posenato


Um novo tipo de teste apresentado durante o World Câncer Congress pode ajudar a prevenir a doença de forma mais eficaz que as metodologias atuais.

De propriedade da Panacea Global Inc. do Canadá, o novo teste poderá detectar até quatro tipos de câncer: pulmão, próstata, mama e cólon. Sendo que esse exame poderá ser utilizado pelos médicos, tanto na detecção de ocorrências, quanto no controle de reincidência de câncer nos pacientes.

Isso porque o sistema baseia-se no mapeamento da presença do aspartil beta-hidroxylase (HAAH) humano, substância que funciona como biomarcador, pois está presente em células cancerígenas.  O teste pode ser feito via exame de sangue e o nível de HAAH medido através de ensaio ELISA.

Por enquanto, o sistema está em fase de ensaios clínicos para confirmar sua eficácia e será implementado primeiramente no Canadá.

Porém, a partir do momento em que o teste for exportado para outros países poderá beneficiar milhares de pacientes, como no Brasil, em que o câncer de cólon de útero, juntamente com o câncer de mama, são os principais responsáveis pela alta taxa de mortalidade entre mulheres acima dos 40 anos de idade.

Fonte: Portal  Market Wire.

Rosielli Sá


O índice de mulheres com câncer de mama aumenta a cada ano. E isso se deve graças aos hábitos adquiridos durante os anos, tanto sociocultural quanto biologicamente. Se há histórico na família, os cuidados devem ser redobrados, pois há 60% de chance de herdar os genes dos parentes. Mas há como prevenir essa doença.

A vitamina D, presente principalmente em castanhas e em peixes, produz o calcitrol, que é ativado quando exposto ao sol. Ele inibe a presença de células deformadas. Portanto, ingerir esses alimentos e sair ao sol por 15 minutos ao dia, reduz a probabilidade de se adquirir o mal.

A gordura é responsável pelo aparecimento do câncer mamário, já que ela deixa as glândulas descontroladas, causando o câncer. Então, o melhor a se fazer é controlar o peso, aliando boa alimentação a exercícios físicos.

Por fim, os hormônios estrogênio e progesterona também são grandes vilões. Com o planejamento familiar, a mulher opta por ter menos filhos e mais tarde. Portanto, ao tomar o anticoncepcional, ela menstrua mais, o que faz com que esses hormônios fiquem acumulados, causando o câncer. Há hábitos que podem ser modificados, nem que seja devagar, mas a saúde deve ser prioridade em nossas vidas.

Fonte: Revista Saúde é Vital

Por Flávia Yoshitani


A presidenta da República, Dilma Roussef, participará do lançamento do Programa de Prevenção ao Câncer de Mama e de Colo de Útero, na cidade de Manaus-AM, no dia 22/03.

Através do Programa, serão atendidas mulheres na faixa dos 25 e 69 anos, por meio da implantação de 20 centros especializados no tratamento e diagnóstico da doença.

O programa deve custar ao governo cerca de R$ 4,5 bilhões.

Segundo o governo, os hospitais do país ampliarão o atendimento no que se relacione ao tratamento do câncer, através da disponibilização de serviços de base como radioterapia, biópsia e de quimioterapia.

Além dessas frentes de prevenção e combate, Dilma Roussef assegurou que os laboratórios brasileiros deverão ser orientados para atuar conforme os padrões internacionais de controle e prevenção ao câncer, a fim de que se garanta um diagnóstico e um tratamento ao doente com a máxima eficiência.

Sobre a questão das más condições de muitos mamógrafos em todo o Brasil, Dilma afirmou que o Ministério da Saúde tem se empenhado em fazer uma vistoria nesses equipamentos, para garantir o seu pleno funcionamento, já que se trata de um recurso essencial no diagnóstico de câncer de mama em mulheres entre 40 a 69 anos.

Por Alberto Vicente


Os cânceres mais comuns que afetam as mulheres são os de útero, colo de útero, endométrio, ovários, trompas, vulva e mamas. A prevenção certamente é a cura para esse tipo de doença. Para isso a partir da primeira menstruação é preciso que a mulher consulte um ginecologista e que a visita anual a esse médico se torne um hábito.

A doença, dependendo de sua intensidade, pode crescer e se espalhar rapidamente pelo corpo se não for tratado a tempo. Por isso o diagnóstico precoce é a melhor prevenção. Muitas mulheres pensam que terão sintomas logo que começarem a desenvolver a doença e muito se enganam, pois, o câncer age silenciosamente e só apresenta sintomas na fase mais avançada.

A prevenção também pode ser feita com exercícios físicos, alimentação saudável, não possuir nenhum vício (tabagismo, álcool, drogas), uso de camisinhas para evitar infecções, evitar trocar muito de parceiros e fazer exames anualmente sempre com acompanhamento médico. Mulheres maiores de 40 anos devem visitar semestralmente um médico ginecologista.

Por Karin Földes


Não é raro obtermos notícias de alimentos que podem fazer muito bem à nossa saúde, evitando um elevado risco de doenças. Pois bem, aqui vai mais uma notícia que vai agradar principalmente aquelas pessoas que gostam de comer uma noz-pecã. Segundo um estudo elaborado pela Universidade de Loma Linda, situada em terras americanas, ela pode reduzir a incidência da pessoa em desenvolver doenças do coração e também o câncer.

O estudo foi feito com um total de 16 pessoas do sexo masculino e feminino. O grupo foi colocado em uma dieta a base de noz-pecã, por vezes sendo misturada em água, ou ainda consumida de forma neutra.

Com o fim dos testes, Ella Haddad, que foi encarregada pelo estudo, observou que ouve um aumento nos níveis do antioxidante gama tocoferol , conhecido pela ajuda que tem na prevenção das doenças citadas acima.

Outro dado que foi apontado pelos estudos, é que quando a pessoa se alimenta e dentro de suas refeições se encontra a noz-pecã, pode acarretar numa redução de até 16,5% do colesterol.


Não é somente da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis que as pessoas podem se prevenir com o uso de camisinha. O HPV, papiloma vírus humano, é um elemento a ser combatido também. São mais de 200 tipos diferentes de vírus que podem causar lesões na pele ou mucosas de homens e mulheres, sendo que alguns deles apresentam chances de provocar lesões pré-cancerosas.

O câncer do colo do útero pode ser desencadeado por algum dos tipos de HPV. Este é o segundo tipo de câncer com maior incidência nas mulheres, só perde para o de mama e é também uma das maiores causas de morte para o sexo feminino no país.

O Ministério da Saúde faz campanhas preventivas a mais de 15 anos e incentiva a mulher a fazer seus exames com frequência, pois com diagnósticos precoces é mais fácil de tratar o mal.

Atualmente, já existem vacinas preventivas contra os tipos de vírus responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero; elas protegem por mais de três anos pelo menos 94% das mulheres.

Informações podem ser obtidas pelo portal do Instituto Nacional do Câncer.

Por Danielle Vieira


Um estudo americano realizado por cientistas do Centro Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) revelou que há um aumento de 7% na taxa de consumo de açúcar em regiões do cérebro próximas as antenas dos aparelhos, após a utilização por pelo menos 50 minutos. A presença de glicose é um sinal de aumento na atividade cerebral.

Esse estudo não produziu nenhuma conclusão a respeito de potenciais efeitos cancerígenos causados pelo celular, ou a ausência deles.

Apesar disso, os cientistas ainda informam que novos estudos devem ser realizados para serem avaliados os efeitos causados durante uma exposição por um período maior, e consequentemente sua relação com a aparição de células cancerígenas ou não.

Para um dos responsáveis pela realização desta pesquisa, se em estudos próximos for confirmado o efeito sobre o metabolismo no uso de celulares, deverá ser feita uma investigação sobre as implicações desta alteração na nossa saúde.

Por Henrique Pereira


Pesquisas indicam que o câncer de boca ocupa o 5° lugar nos mais comuns entre os homens no Brasil. A diferença no aparecimento desse tipo de câncer em homens e mulheres é grande, no ano de 2010, 10.330 homens foram diagnosticados com a doença e apenas 3.790 dos diagnosticados em mulheres.

Em pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional do Câncer, descobriu-se que o uso de cigarro e álcool pode potencializar o surgimento do câncer de boca, que é uma doença agressiva e pode causar a morte do paciente.

O INCA afirma que quem fuma chega a ter 25 vezes mais chances de desenvolver câncer de boca do que uma pessoa que não fuma. Isso porque o tabaco provoca alterações nas células presentes na mucosa da boca acelerando o aparecimento e crescimento das células cancerosas.

Cuide da sua saúde, previna-se!

Por Milena Evelyn


Mais um milagre da ciência tornou possível que um paciente americano, de nome Mark Gregoire, tivesse o seu tumor maligno no pâncreas “curado”. A pesquisa envolveu pesquisadores espanhóis, do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas, em Madrid, e americanos da Universidade John Hopkins (EUA).

Os pesquisadores transplantaram em camundongos o tumor de Gregoire. Os médicos estudiosos justificaram que fizeram isso para realizar experimentos a fim de identificar a reação do tumor aos diversos remédios, sem expor o próprio paciente aos possíveis efeitos colaterais que poderiam ser provocados com o uso de tais medicamentos.

Em 2006, Gregoire foi advertido que teria poucas semanas de vida, e hoje ele aos 65 anos não demonstra sinais do tumor, porém os médicos aconselham que ainda é precoce para se afirmar a completa cura de Gregoire.   

Por Andrea Gomes

Fonte: BBC Brasil





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