O único estado do Brasil a ser considerado área livre de febre aftosa sem vacinação é Santa Catarina. Mas esse panorama pode mudar.

Com a finalidade de ampliar essa área no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) propôs um termo de compromisso, assinado na última terça-feira (27) pelos estados de Ceará, Alagoas, Pará, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte e Piauí .

Com o acordo, os secretários de Estado da Agricultura se comprometeram a cumprir medidas estipuladas nos Planos de Ação, corrigindo os problemas apontados pelo Mapa, em auditorias realizadas no ano passado e no começo deste ano.

Além disso, os representantes concordaram em garantir o cumprimento das exigências para que o trabalho possa ser avançado.

Agora, a próxima etapa a ser realizada é a feitura de um inquérito soroepidemiológico nos seguintes Estados: Ceará, Alagoas, Pará, Pernambuco, Maranhão e Piauí.

A Paraíba e o Rio Grande do Norte ficaram de fora não atenderem as condições mínimas e, por isso, vão sofrer restrições para trafegar com os animais para outros estados.

No total, o convênio realizado tem investimentos superiores a R$100 milhões.

Com o reconhecimento de área livre de febre aftosa, a carne passa a ser mais valorizada no mercado internacional.

 

Fonte: Ministério da Agricultura


Estamos em pleno verão e em quase todo o território nacional, o sol brilha forte durante todo o dia. Por isso, os cuidados com a proteção da pele devem ser reforçados durante esse período, com o uso diário do filtro solar. Nas prateleiras de farmácias e hipermercados, existe uma gama de opções de marcas e tipos de protetores solares.

Segundo especialistas, existem duas categorias de filtros solares, os físicos e os químicos, confira as diferenças:

O protetor solar físico oferece uma alta proteção, no entanto é pouco utilizado, pois dá um efeito “esbranquiçado” na região da pele aplicada, por ter na sua composição óxido de zinco e dióxido de titânio. Também são chamados de protetores inorgânicos ou minerais. São indicados para quem tem pele muito sensível e alergias aos protetores solares químicos, e refletem os raios UVA e UVB.

Já o protetor solar químico possui em sua composição produtos que absorvem apenas os raios UVB, mas em alguns deles também conseguem captar os outros tipos, como o UVA. Ele é absorvido pela pele e detém os raios antes que prejudiquem a pele. Este tipo de protetor costuma ser um dos produtos mais procurados, pela praticidade de aplicação.

Por Selma Isis


Estamos em pleno verão e, em quase todo o território nacional, o sol brilha forte durante todo o dia. Por isso, os cuidados com a proteção da pele devem ser reforçados durante esse período, com o uso diário do filtro solar. Nas prateleiras das farmácias e hipermercados há uma gama de opções de marcas e tipos de protetores solares.

Segundo especialistas, existem duas categorias de filtros solares, os físicos e os químicos, confira as diferenças:

O protetor solar físico oferece uma alta proteção, no entanto é pouco utilizado, pois dá um efeito “esbranquiçado” na região da pele aplicada, por ter em sua composição óxido de zinco e dióxido de titânio. Também são chamados de protetores inorgânicos ou minerais e ajudam a proteger contra os raios UVA e UVB. São indicados para quem tem a pele muito sensível e apresenta alergias aos protetores solares químicos.

Já o protetor solar químico possui em sua composição produtos que absorvem apenas os raios UVB, mas em alguns deles também conseguem captar os outros tipos, como o UVA. Ele é absorvido pela pele e detém os raios antes que prejudiquem a pele. Este tipo de protetor costuma ser um dos produtos mais procurados, pela praticidade de aplicação.

Por Selma Isis

Fonte: Renata Janunes, dermatologista 





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