Saiba aqui o que é e como é o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, também conhecida como DPOC.

Esta época do ano é quando muitas doenças contagiosas se proliferam, o contágio viral e as doenças “ites” como renite, bronquite e outros “ites” que se fossemos listar aqui hoje não conseguirei terminar este artigo.

Muitas doenças ocorrem por conta que nesta época, o tempo esfria e o ar fica seco, promovendo o aumento das doenças ligadas à respiração. Os hospitais e postos de emergências aumentam seus atendimentos em quase 100%.

E as doenças crônicas? Existem muitas, que se forem diagnosticadas com antecedência podem ser tratadas rapidamente. Neste texto vamos falar sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que muitos nem sabem que podem ter e são confundidos por conta dos sintomas.

Mistura de Bronquite com Enfisema Pulmonar

Aumenta o risco de morte esta mistura. E a causa mais comum é o cigarro e traz sintomas que são incômodos ao portador.

Esta doença, a DPOC, é comumente causada por tabagismo ou inalação de fumaça tóxica, causando a obstrução das vias áereas, ou seja, diminui a passagem de ar pelos pulmões.

A doença é contraída definitivamente após um quadro constante de bronquite ou enfisa pulmonar. A broquite inflama os pulmões e o enfisema vai destruindo os alveolos, que são estruturas responsáveis pelas trocas gasosas neste órgão tão importante.

Perigoso

Quem tem esta doença tem sérios riscos de sofrer um infarto ou AVC. Por que? Devido ao grande potencial da interrupção da respiração de uma vez, e desta forma, com a diminuição da circulação do oxigênio no sangue, substâncias inflamatórias são ativadas e disparadas por todo o corpo.

Apesar dos indícios das causas serem por conta do cigarro, cerca de 1/3 de todas as pessoas que contraem o DPOC nunca colocaram um cigarro na boca.

Sintomas principais

A tosse, o pigarro, muita falta de ar e fadiga, além do catarro em excesso.

Existem alguns fatores de risco que contribuem para que a doença seja contraída mais facilmente, que são o tabagismo (fumantes), histórico familiar e a inalação de fumaça de produtos tóxicos.

Como prevenir

Como todo problema deve ter uma solução, toda doença, antes de ser contraída pode ser prevenida e existem algumas ações que podem ser tomadas para evitar tal situação.

Um das maneiras mais eficazes para evitar que seja contraída a doença pulmonar é ficar bem longe do cigarro. Outra atitude é fazer checklists de tempos em tempos, sabe por que?

Por conta que os sintomas desta doença podem ser confundidos com outras ligadas à respiração, seja por uso do cigarro ou pela idade. Se não houver o tratamento e a identificação previamente, o distúrbio respiratório aumenta sem perceber e o tratamento pode ficar um pouco mais dificil de ser solucionado.

Evitar

O consumo de carnes processadas em demasia podem prejudicar os pulmões e para evitar é bom eliminar do cardápio e substituir por um alimentação com frutas, legumes, verduras e alguns grãos que ajudam na manutenção do pulmão.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico é feito por um exame que é medido a força do sopro e é confirmado pelo especialista pelas queixas do paciente, dependendo o médico pode solicitar outros testes.

O tratamento é feito normalmente com alguns medicamentos broncodilatadores e uma série de medidas cautelares que mantém o controle da doença, pois a mesma não tem cura.

Atividades físicas são recomendadas para combater a inflamação e fortalecer as fibras musculares do pulmão.

Marcio Ferraz


Conheça aqui um pouco mais sobre o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

O que é TOC?

Geralmente, ouvimos falar do Transtorno Obsessivo Compulsivo, o famoso TOC, quando associado a manias. Lavar as mãos constantemente, não conseguir manter a decoração desorganizada, entre outras coisas, são comumente atribuídas como sinais do transtorno. O ponto é que o diagnóstico do TOC vai muito além de uma simples mania. Existem vários casos realmente preocupantes, quadros caracterizados pelo transtorno: lavar as mãos até que elas se esfolem, cortar partes do corpo para equilibrá-lo ou não poder evitar reescrever todos os cadernos da época da escola, mesmo que isso signifique viver os dias em função disso.

Esses e outros muitos casos são diagnosticados como TOC. O que caracteriza o transtorno obsessivo compulsivo é justamente o fato de que das pessoas portadoras do transtorno sentirem-se obrigadas a realizarem compulsões, sejam atos mentais ou físicos. A satisfação dessas compulsões costumam aliviar o incômodo e a ansiedade causada pelos pensamentos desagradáveis que repetem-se sem cessar nas mentes dos portadores.

O que acontece na mente de quem possui esse transtorno é que o pensamento ruim vem, gerando um incômodo e fazendo com que o portador sinta a absoluta necessidade de realizar algum comportamento – eis aí a compulsão – para livrar-se dele. Isso torna-se um ritual, onde o portador não tem mais controle sobre as repetições.

Estima-se que 2% da população mundial seja portadora de TOC, sendo que a idade de pico se dá entre jovens adultos, com idades entre 18 e 20 anos, e também em crianças no período escolar. Um dos principais pontos para o tratamento é que a informação acerca da gravidade dessa situação seja veiculada. Pense numa criança que vive essa situação e não tem a consciência de que o seu próprio cérebro está escravizando-a. Saber que o comportamento caracteriza um transtorno é o primeiro passo para poder tratá-lo.

Ao observar um ritual mental para uma coisa x ou y, que se repete a fim de aliviar um pensamento intrusivo, é importante analisar com mais afinco a gravidade do caso. O conteúdo das obsessões pode ser muito variado, a consulta com um psiquiatra é imprescindível. Para ler mais sobre o assunto, clique neste link: https://goo.gl/C2LaFb.

Carolina B.


Saiba aqui todas as informações sobre a Síndrome de Down.

A trissomia 21, mais conhecida como Síndrome de Down, é uma condição cromossômica gerada por um cromossomo a mais no par 21, no momento da concepção.

As crianças e jovens que portam esta síndrome têm características físicas parecidas e estão propensos a algumas doenças. Ainda que evidenciem deficiências intelectuais e de aprendizado, são indivíduos com personalidade exclusiva, que criam boa comunicação e também são sensíveis e notáveis.

Os seres humanos detêm em suas células 46 cromossomos, que estão em 23 pares. Pessoas portadoras da síndrome de Down possuem 47 cromossomos, pois possuem três cópias do cromossomo 21, em vez de duas. Isso acontece na hora que a criança está sendo gerada. O que esta cópia extra de cromossomo causará no organismo vai variar segundo a extensão dessa cópia, da genética familiar do indivíduo, além de condições ambientais e outras possibilidades.

Causas

A Síndrome de Down é uma irregularidade genética que acontece na hora da concepção em 95% dos casos. Com o adiamento da idade materna, há uma maior possibilidade de gerar um bebê com variações cromossômicas como a Síndrome de Down, especialmente com idade superior aos 35 anos. Isso ocorre devido os folículos que concederão origem aos óvulos da mulher já nascerem com elas e células envelhecidas possuem maiores chances de disporem de erros no instante de seu processo de divisão, podendo causar, assim, a existência de um cromossomo a mais ou a menos nos óvulos.

Sintomas

Problemas de aprendizado e saúde podem acontecer, mas divergem de criança para criança. Todo portador da síndrome de Down é inigualável, os sinais e sintomas são capazes de ser de moderados a severos.

Portadores da Síndrome de Down possuem elevado risco de padecer com alguns problemas de saúde, como problemas respiratórios, otites recorrentes, problemas cardíacos congênitos, apneia do sono, refluxo esofágico e disfunções da tireoide, por serem predispostos ao sobrepeso.

A deficiência intelectual, dificuldades de adquirir conhecimento, geralmente é existente em graus distintos de criança para criança.

Tratamento

Vários pontos contribuem para um desenvolvimento adequado da criança portadora da síndrome, o que muitas vezes abrange a interferência de diversos profissionais. Desde seu nascimento o médico estará alerta aos problemas fisiológicos, principalmente os de classe cardiológica e respiratória. Algumas vezes é preciso a intercessão de um cirurgião cardíaco para corrigir problemas congênitos. Problemas na tireoide devem ser sempre monitorados e medicados quando necessário. Com relação ao fato de exibirem diminuição do tônus dos órgãos implicados com a fala, será preciso a intervenção de um profissional de fonoaudiologia para assegurar a qualidade na comunicação da criança.

Cariotipo

Pessoas com a Síndrome de Down possuem deficiências intelectuais e alguns atributos físicos específicos. Possuem olhos amendoados, devido às dobras nas pálpebras e geralmente são menores em tamanho. Os membros são mais pequenos, o tônus muscular é mais débil e a língua é protrusa, mais grande que o devido. As mãos tem uma única prega na palma, ao invés de duas.

Lucineia Fatima de Campos


Saiba tudo sobre temida síndrome do pânico.

Quase todas pessoas conhecem alguém que sofre da tão conhecida síndrome do pânico, que é um tipo de transtorno em que a pessoa sente um medo muito intenso e cria-se uma sensação de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento.

A pessoa é tomada por uma crise inesperada de fobia extramamente forte, mesmo que não haja perigo nenhum a sua volta. O pior de tudo é que a pessoa que sofre de transtorno do pânico, pode ter o ataque de modo totalmente inesperado e várias vezes ao dia, dependendo do estágio da doença, o que pode dificultar os afazeres diários. O medo de ter um ataque a qualquer momento, priva a pessoa de ter uma vida social como os outros, além de causar transtornos aos seus familiares ou colegas de trabalho. O maior medo de quem sofre desse transtorno é ter um ataque cardíaco, perder o controle emocional ou até mesmo enlouquecer.

As causas desse transtorno ainda são desconhecidas, muito embora alguns médicos acreditem que é um conjunto de fatores que levam a pessoa a desenvolver a doença. Fatores genéticos, altos níveis de estresse, temperamento forte e reação a determinadas situações, podem ser as causas mais comuns da síndrome do pânico. Alguns estudos ainda estão em andamento sobre o verdadeiro motivo que leva a pessoa a ter uma crise de medo, mesmo que o ambiente em volta, não ofereça nenhum tipo de perigo.

A síndrome do pânico afeta mais mulheres do que homens no mundo todo e os sintomas em geral são: sensação estranha de algum perigo próximo, medo de que possa se descontrolar, dormência nas mãos e pés, suor excessivo, tremores, palpitações, calafrios, desconforto, náuseas, tonteira, depressão e sensação de que vai desmaiar a qualquer momento.

O tratamento é medicamentoso e o paciente não deve ter vergonha de contar tudo o que sente para o seu médico para que seja indicado o melhor remédio para a diminuição dos sintomas, o que fará que o paciente se sinta bem melhor e poderá, aos poucos, ter uma vida normal com seus familiares e amigos. Antes do diagnóstico, o médico ainda poderá pedir alguns exames para ter certeza de que o paciente sofre de síndrome do pânico.

Rodrigo Souza de Jesus


O único estado do Brasil a ser considerado área livre de febre aftosa sem vacinação é Santa Catarina. Mas esse panorama pode mudar.

Com a finalidade de ampliar essa área no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) propôs um termo de compromisso, assinado na última terça-feira (27) pelos estados de Ceará, Alagoas, Pará, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte e Piauí .

Com o acordo, os secretários de Estado da Agricultura se comprometeram a cumprir medidas estipuladas nos Planos de Ação, corrigindo os problemas apontados pelo Mapa, em auditorias realizadas no ano passado e no começo deste ano.

Além disso, os representantes concordaram em garantir o cumprimento das exigências para que o trabalho possa ser avançado.

Agora, a próxima etapa a ser realizada é a feitura de um inquérito soroepidemiológico nos seguintes Estados: Ceará, Alagoas, Pará, Pernambuco, Maranhão e Piauí.

A Paraíba e o Rio Grande do Norte ficaram de fora não atenderem as condições mínimas e, por isso, vão sofrer restrições para trafegar com os animais para outros estados.

No total, o convênio realizado tem investimentos superiores a R$100 milhões.

Com o reconhecimento de área livre de febre aftosa, a carne passa a ser mais valorizada no mercado internacional.

 

Fonte: Ministério da Agricultura


Os principais problemas enfrentados pelos parentes e portadores do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são a falta de conhecimento sobre a doença entre os profissionais e, consequentemente, o diagnóstico e sugestão de tratamento inadequados. A queixa tomou conta das discussões ocorridas durante o Fórum Científico Mitos e Verdades sobre o TDAH, realizado na última quarta-feira (11.05.2011), em São Paulo, no auditório da Shire – empresa farmacêutica líder mundial no tratamento da doença.

A professora adjunta do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo e associada do Child Study Center da Universidade de Yale (EUA), Maria Conceição do Rosário, disse que o portador do TDAH geralmente só recebe o diagnóstico correto depois de muitas idas e vindas aos consultórios de especialistas e de tratamentos inadequados. Isso ocorre, segundo ela, porque os profissionais têm pouco conhecimento sobre a doença.

O diagnóstico tardio, segundo ela, causa transtornos irreparáveis para os pacientes (na maioria, crianças e adolescentes) e para os pais. "A doença chega a comprometer o desenvolvimento do menor e ainda desestabiliza a harmonia familiar", afirma. "Um dos prejuízos mais dolorosos é a perda da auto-estima", completa a psicoterapeuta e presidente da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), Iane Kestelman.

O TDAH é um transtorno neurobiológico que surge na infância e acompanha o indivíduo por toda a vida. Ele se caracterizada por uma combinação de fatores: hiperatividade, impulsividade e desatenção. Os sintomas são a falta de concentração, incapacidade para memorizar, agitação, inquietude, dificuldades de obedecer a regras e limites. O perfil do doente: criança incontrolável, que corre e pula sem parar, geralmente é ansiosa, agitada, dispersa, não consegue se concentrar, principalmente nas atividades escolares, e costuma falar alto.

Segundo Maria Conceição do Rosário, a doença ocorre em cerca de 5% dos menores de zero a 14 anos e em 2,5% das pessoas na faixa etária compreendida entre os 15 e 64 anos. Nos meninos, predominam as características impulsivas e hiperativas. Já nas meninas o tipo mais comum é a desatenção crônica, falha de memória e esquecimento. Por ser mais explícito e perceptível, torna-se mais fácil o diagnóstico nos meninos.

A doença não tem cura, mas pode ser controlada com medicação. Mas a presidente da ABDA defende que o tratamento da doença deve ser "multimodal". "Além da medicação, que é essencial, deve-se agregar a terapia cognitivo comportamental, além de orientação aos pais, parentes e professores". "A intervenção psicofarmacológica deve vir acompanhada do envolvimento da família, da criança e da escola, com intervenções psicopedagógicas e psicoterápicas e reabilitação neuropsicológica", complementa Maria Conceição.

Por Alexandre de Souza Acioli


Problemas respiratórios são mais comuns do que se imagina. Com o progresso da sociedade global e o consequente aumento de veículos automotores nas ruas, novos ou velhos, além de desmatamentos em vários pontos do mundo devido às ações imprudentes do seres humanos e queimadas oriundas do tal aquecimento global, crianças, jovens e adultos enfrentam, em tempos secos, dificuldades até para caminhar sem sentir dificuldades.

Independente desta breve descrição, diretamente relacionada à boa saúde, ter ciência e distinguir uma doença de outra é vital para um correto tratamento, sobretudo quando asma e bronquite são postas em “votação”. Segundo Fatima Rodrigues Fernandes, pediatra e alergista do Hospital Infantil Sabará, enquanto a asma define-se por uma doença crônica, tratada preventiva e constantemente, a bronquite crônica, uma inflamação, decorre de substâncias que causam irritação, como fumaça e cigarro. Outro caso é a bronquite aguda, originada por bactérias ou vírus.

Fatima pondera que a asma é uma doença comum no período da infância, infelizmente chamando a atenção de pais e/ou responsáveis apenas nos momentos em que a crise vem à tona. A pediatra indica tratamento preventivo e permanente, do contrário sérias consequências aparecem, podendo até levar o indivíduo à morte.

A asma pode ser mais bem controlada através de inalação, numa mistura com anti-inflamatórios e broncoladilatores. Além disso, é necessário evitar o contato com bichos de pelúcia, poeira e outros mais.

As bronquites agudas, por sua vez, devem ser tratadas com medicamentos que visam apenas aliviar os principais sintomas caso a origem da doença tenha sido por bactérias. A crônica, diferentemente, pede somente mudanças de hábitos, entre os quais parar com o fumo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Mais conhecido entre as pessoas como TOC, o Transtorno Obsessivo Compulsivo é uma doença que afeta milhares de pessoas pelo mundo. Especialistas consideram essa anomalia rara, embora muitas pessoas nem saibam que tenham o problema.

Essa doença é caracterizada pela repetição de hábitos de forma excessiva, como lavar as mãos constantemente e contar objetos.

Frequentemente o TOC sofre complicações quando somadas a transtornos psiquiátricos, quadros de depressão, ansiedade e esquizofrenia.

Atualmente existem tratamentos onde não é necessário o uso de medicamentos, porém apenas um profissional qualificado poderá prescrever o remédio caso haja realmente necessidade, já que em alguns casos apenas a terapia já surte efeito.

A cura do TOC parte inicialmente do paciente, ele precisa ter a iniciativa de procurar o tratamento, para que assim ocorra a cura efetiva.

Qualquer sinal ou alteração não hesite, procure logo um médico.

Por Milena Evelyn


Caso você seja uma pessoa que costuma ficar se comparando com os outros, demonstrando inveja, arrependimentos, sentimentos ruins, fique atento. Pois não é somente o lado emocional que pode ficar desestabilizado. Segundo um estudo elaborado pela Concordia University, que fica localizada na Inglaterra, tais ações podem acarretar na redução da imunidade das pessoas.

Os cientistas afirmarão que no momento em que os indivíduos começam a ver e comparar, vidas de familiares, vizinhos, amigos, melhores sucedidos nas suas vidas, por exemplo, possuem um risco maior de ficarem resfriados. Já as pessoas que tem uma auto confiança maior e que assim tendem a se considerarem melhores em algumas questões que os outros, tem esse risco reduzido. Os testes foram efetuados com pessoas adultas, algumas mais jovens e outras de mais certa idade, e verificaram como estes lidavam com os arrependimentos, que por ventura, pudessem ter acontecido nas suas vidas.

Os pesquisadores dão conta que o ato de comparar só é “saudável” para a pessoa, quando a outra a quem está se comparando é inferior. Caso contrário, pode trazer alguns malefícios para a saúde. 

Por Oscar Ariel


Uma pesquisa realizada pela revista científica The Lancet demonstrou que 50% dos homens envolvidos no estudo, residentes do Brasil, México e Estados Unidos apresentam o vírus do HPV (Papilomavírus Humano). Participaram do levantamento, 1.159 homens na faixa etária dos 18 aos 70 anos, soro negativo e sem histórico de câncer.   

A doença é transmitida através do contato sexual, e nas mulheres pode provocar câncer de útero, sendo a causa de 80% dos casos de câncer desse gênero nelas. Já no sexo masculino, a probabilidade de desenvolver um câncer é mais remota, mas não impossível, já que existem dados registrados de câncer anal e de pênis relacionados ao HPV.

Atualmente, não há vacina contra o papiloma vírus para os homens, mas existe para as mulheres (com idade entre 9 e 26 anos), porém encontra-se disponível apenas em clínicas particulares e custa em média mais de R$ 1.000.

A prevenção é a melhor arma contra a doença, através do uso de preservativo nas relações sexuais.

Por Andrea Gomes

Fonte: Agência Brasil


Em recente pesquisa realizada nos Estados Unidos, especialistas constataram que o consumo de alimentos ricos em ácidos graxos Ômega-3 ajudam a diminuir o risco de doenças oculares.

Na pesquisa feita pela universidade norte-americana Johns Hopkins, foram avaliados dados alimentares e oftalmológicos de 2.520 pacientes idosos na faixa de 65 a 84 anos residentes nos Estados Unidos.

Os resultados indicaram que os pacientes que consumiam uma ou mais porções semanais de peixes e crustáceos tiveram um menor risco de desenvolver a Degeneração Macular Relacionada com a Idade- DMRI, em que se acumulam toxinas na retina, dificultando a visão.

Segundo oftalmologistas, o Ômega-3 protege a retina contra inflamações e preserva os pequenos vasos que irrigam os olhos. Além dos peixes e frutos do mar, outros alimentos ricos nessa substância são as nozes e o azeite de oliva.

Por Selma Isis


Os cuidados com o corpo no período do verão devem ser redobrados, evitar a exposição excessiva ao sol e manter a hidratação é fundamental nessa época.

A herpes é uma doença muito comum causada por um vírus que geralmente atinge a maioria da população. Sua manifestação pode ocorrer em qualquer fase da vida e muitas pessoas são portadoras do vírus, sem ele se desenvolver.

A manifestação periódica dessa doença muitas vezes se dá devido à exposição excessiva ao sol ou em períodos de muito estresse.

A herpes é contagiosa e pode ser transmitida através da relação sexual, saliva e outras secreções.

Infelizmente não há tratamento contra o vírus da herpes, apenas medidas preventivas podem ser adotadas pela população, a vacina apenas ameniza os sintomas mais incômodos.

Ao sentir alterações, ardência, coceira ou aparecimento de bolhas na boca e mucosas procure um médico. Fique atento!

Por Milena Evelyn


No verão algumas doenças são mais fáceis de serem adquiridas do que outras. Veja quais:

  • Otite Externa: Infecção no ouvido. Adquirida em praias e piscinas.
  • Desidratação: Perda de líquido que causa muitas vezes desmaio. O jeito é beber bastante água!
  • Câncer de pele: O sol excessivo na pele pode causar o câncer. Tenha cuidado!
  • Candidíase: É o famoso sapinho, causa coceiras e manchas na pele.
  • Insolação: Causa dor de cabeça, náusea, tontura e inconsciência.
  • Intoxicação alimentar: Procure comer em lugares limpos e higiênicos, pois com o calor os alimentos apodrecem mais rápido.
  • Conjuntivite: Muito fácil de se transmitir, ela causa coceira e irritação nos olhos. Procure um médico.

Esta estação é a que mais saímos de casa portanto tenha cuidado! Procure sempre um médico e se proteja do sol.

Por Victor Palandi





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