A hipoglicemia é a diminuição de glicose no sangue. Para que ela seja constatada basta um exame de sangue solicitado por um médico, preferencialmente endocrinologista. Esse problema ocorre quando a pessoa possui um nível mais alto de insulina no sangue.

Por exemplo, quando um indivíduo come alguma coisa o corpo libera insulina para que as células absorvam o açúcar e ao mesmo tempo para controlar essa taxa de açúcar no sangue. Se o corpo produz insulina demais ele acaba ficando com falta de açúcar.

Quem possui diabetes tem o problema contrário, o corpo não produz insulina e por isso a taxa de açúcar no sangue aumenta. Os sintomas mais comuns da hipoglicemia são: tontura, fraqueza, fome, irritabilidade, dificuldade de concentração e dor de cabeça.

Muitas vezes o tratamento é simples, basta balancear a alimentação ou se adaptar melhor ao estresse. Mas quando o caso é mais grave é preciso tomar remédios prescritos por um endocrinologista que avalia cada caso.

Por Karin Földes


Ao contrário do que muita gente pensa, a diabete não vem a ser necessariamente uma doença genética. Ou seja, se alguém tem casos de diabetes na sua família, não quer dizer que essa pessoa desenvolverá mais tarde a doença. Isso será somente um fator de risco.

O que podem contribuir decisivamente para o desenvolvimento da diabete é: O consumo de alimentos ricos em carboidratos e gorduras e a falta de exercício físico.

Nas pessoas que são alvo do problema, a produção de insulina no organismo é insuficiente ou as células do corpo não respondem de forma adequada à insulina.

Existem dois tipos diferentes de diabete: a do tipo 1 e a do tipo 2.

Segundo especialistas, algumas dicas para prevenir a doença são: prefira alimentos ricos em fibras, evite o consumo de fast food e prefira alimentos saudáveis, faça um lanchinho entre as refeições principais, consuma bastante leite e derivados, prefira as carnes magras e fique longe das frituras.

Procure sempre comer buscando o equilíbrio, pois as calorias em excesso não são nada saudáveis para a saúde.

Por Thais Cortez


O verão é a época do ano em que os pés estão mais expostos, ficando mais vulneráveis, devido ao uso de sandálias e chinelos. No caso dos diabéticos, os cuidados devem ser redobrados, pelo fato dessa parte do corpo ter menor circulação sanguínea, o que favorece o surgimento de úlceras.

Se o paciente não cuidar da região do pé com essas feridas, elas podem se agravar, atingindo os ossos e provocando a gangrena, que ocasiona na morte dos tecidos, sendo necessária a amputação.

O que os diabéticos não sabem é que até mesmo um calo ou uma ferida podem ser os responsáveis por essas amputações, por isso todo cuidado é pouco. Veja algumas dicas:

  • Existem sapatos específicos para diabéticos, que são macios e ajustáveis e que evitam machucados;
  • Escolha um calçado que proteja bem os pés;
  • Antes de calçar o sapato, verifique se existem pedrinhas ou outros objetos que possam incomodar os pés ao caminhar;
  • As mulheres com diabetes que gostam de salto alto não precisam se privar desse tipo de calçado, mas é preciso optar por saltos com no máximo três centímetros de altura, com formato quadrado, e a frente do calçado deve ser mais larga.
  • Sapatos de bico fino tanto para homens e mulheres com diabetes são proibidos;
  • Ortopedistas não recomendam chinelos de dedo porque os pés ficam muito desprotegidos.
  • Durante o inverno, as meias recomendadas são as com sola de couro ou silicone;
  • Procure examinar os pés diariamente para verificar se apareceram bolhas, frieiras, rachaduras e outros;
  • A higiene nos pés é de grande importância, mas não tome banho com água muito quente.

Por Selma Isis

Fonte: Fabio Ravaglia- médico cirurgião ortopédico





CONTINUE NAVEGANDO: