São Paulo está no meio de uma epidemia de conjuntivite desde o Carnaval e, para se proteger, basta seguir algumas medidas simples. Por esta doença ser na maioria das vezes causada por vírus ou bactérias, evite locais com muitas pessoas e também contato com pessoas que estejam contaminadas. Esta inflamação da membrana que reveste o olho pode apresentar algumas alterações na córnea e nas pálpebras temporariamente.

Caso sinta ardência nos olhos ou esteja lacrimejando muito, com sensação de areia, vermelhidão ou inchaço, procure um oftalmologista, pronto socorro ou posto de saúde o quanto antes, já que todos os médicos estão habilitados para diagnosticar a doença.

Evite coçar os olhos, compartilhar objetos e usar água boricada ou chás caseiros. Se sentir a necessidade de umedecer os olhos, use água filtrada gelada ou soro fisiológico com gase ou algodão.

Nem todas as pessoas apresentarão todos os sintomas ao mesmo tempo, já que outras doenças também aparecem da mesma forma. Assim também não use colírios para não piorar a situação. Mantenha sempre as mãos e o rosto bem lavados para impedir a proliferação da infecção.

Por Danielle Vieira


Nesta época do ano é comum que doenças se manifestem com mais frequência e intensidade. Entre as mais comuns está a conjuntivite viral.

A conjuntivite viral é transmitida através de um vírus, que por sua vez é contagioso, portanto todo cuidado deve ser tomado.

Os principais sintomas dessa doença é a coceira, ardência, sensação de areia nos olhos, irritação intensa, secreção e visão embaçada.

As pessoas com conjuntivite devem tomar uma série de cuidados para que a doença não se espalhe. Entre os cuidados estão: evitar coçar os olhos; não dividir objetos pessoais; além de separar toalhas, lençóis e tudo aquilo que for usar.

Para diminuir as chances de você contrair conjuntivite a primeira medida a ser tomada é com relação à higiene. Lavar as mãos é a principal, pois elas contêm inúmeras bactérias e o vírus pode se hospedar nelas e transmitir as outras pessoas.

Fique atento! Ao sentir qualquer alteração procure um médico, só ele poderá recomendar o tratamento adequado.

Por Milena Evelyn


Maquiagens com muita cor e brilho são fundamentais durante o Carnaval. Mas para aplicar produtos que têm “glitter” ou purpurina exigem alguns cuidados. Médicos oftalmologistas informam de que mesmo que os cosméticos tenham o selo informando de que foram dermatologicamente testados, não podem ter contato direto com os olhos.

Produtos como sombras purpurinadas, se entrarem em contato direto com os olhos podem arranhar a córnea e irritar os olhos. O olho pode ser arranhado até mesmo na hora de aplicar o rímel. Se isso acontecer, especialistas orientam a procurar um pronto-socorro oftalmológico ou consultar seu médico.

Atenção também para o uso de finalizadores e xampus que escorrem pelo rosto e chegam aos olhos, que pode desencadear uma conjuntivite. Tome cuidado com cremes espalhados ao redor dos olhos. Também evite compartilhar maquiagem com outras pessoas, para evitar riscos de pegar conjuntivite.

Por Selma Isis


Todo ano é a mesma coisa: o verão chega e traz com ele um clima de praia, calor e muita diversão. Mas o que muitos não sabem é que a estação mais quente do ano também traz alguns males para nossa saúde.

Especialistas garantem que as doenças oculares, como a conjuntivite, aumentam a sua incidência em até 20% nessa fase. “O aumento da umidade do ar e as altas temperaturas favorecem a proliferação de microorganismos que gostam de temperaturas acima dos 36 graus e que são responsáveis por inflamações e infecções nos olhos”, revela o oftalmologista Flávio Rezende.

Se você sente seus olhos sensíveis à luz, lacrimejando, coçando, suas pálpebras inchadas, uma sensação de areia nos olhos, um colamento nos cílios e ardendo levemente, pode ser um sinal de início de conjuntivite. O importante é procurar logo um médico especialista para iniciar o procedimento mais adequado, já que existe mais de um tipo diferente da doença. Para um alívio imediato, oftalmologistas aconselham lavar bem os olhos com soro fisiológico gelado ou água boricada .

Por Thais Cortez





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