Uma bebida tem feito sucesso nos últimos anos entre os jovens. Fornecedora de muita energia para o corpo humano, os energéticos viraram essenciais em festas.

Energéticos são bebidas extremamente calóricas e com alto índice de cafeína e glicose. Ideal para quem está à procura de algumas horas a mais de energia, o energético já é um marcante símbolo da geração atual.

Porém este tipo de bebida, ao ser consumida em excesso, pode trazer grandes males ao nosso organismo. Seu excesso de cafeína pode elevar o batimento cardíaco, levando a pressão arterial a índices insuportáveis. A ingestão elevada desta bebida pode gerar parada cardíaca, causando sérios danos cerebrais. Nunca ingira durante atividades físicas, afinal, nestas atividades, o nosso coração já está trabalhando em ritmo acelerado.

Outro fator de risco é a tradicional mistura de bebidas energéticas com álcool. Energéticos podem enganar o nosso corpo, nos fazendo pensar que estamos em condições normais, levando muitos a causarem sérios acidentes no trânsito.

Evite o consumo de energéticos, bebendo sempre moderadamente e quando for necessário.

Por Rodolpho Medeiros


Segundo dados publicados pela Organização Mundial da Saúde – OMS, os brasileiros estão quase no topo do ranking (posição não muito positiva para o país) do consumo de álcool no continente americano, perdendo apenas para o Equador, México e Nicarágua.

Os brasileiros consomem em média 18,5 litros de álcool por ano. Esse é um numero considerado assustador, pois o consumo em excesso pode levar a dependência que consequentemente traz outros problemas: desestruturação familiar (violência contra as mulheres), desemprego, violência e até mesmo pode levar o dependente ao uso de outras drogas.

Muitos dizem que bebem socialmente, mas essa prática pode ser prejudicial à saúde, pois esse “socialmente” muitas vezes são porres em finais de semana e isso pode vir a desenvolver problemas cardíacos, pois o o corpo não está preparado para receber aquela quantidade de substâncias estranhas e acaba gerando um conflito dentro do organismo.

Um estudo também publicado pela OMS diz que o álcool é responsável por 4% das mortes no mundo e o Brasil está contribuindo significativamente nesse percentual e ainda está começando cada vez mais cedo, pois segundo uma pesquisa 33% dos jovens de menores de idade dizem já terem se embriagado pelo menos uma vez. Esses dados me fazem tirar uma única conclusão: o brasileiro futuramente terá uma menor expectativa de vida.

Diante desses dados, as autoridades deveriam voltar suas atenções um pouco mais para esse assunto. Quem sabe tentar através de campanhas nas escolas apresentar os riscos do excesso de álcool à saúde, mostrando onde o álcool pode direcionar o jovem, que até pode ter um futuro brilhante pela frente, além de mostrar que o álcool pode por e também pode tirar na caminhada do estudante. Deveriam também conscientizar os pais desses jovens a não incentivá-los ao consumo nem mesmo nas festas de fim de semana, pois é assim que tudo começa.

Assim como dizem no fim da maioria dos comerciais de bebidas, deixo minha mensagem: BEBAM COM MODERAÇÃO.

Por Vanessa da Silva





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