Confira aqui as principais causas e tratamentos para a calvície.

A queda de cabelo, também conhecida como alopecia ou a famosa calvície, é um problema que acomete tanto homens, quanto mulheres. Com a tecnologia cada vez mais desenvolvida, vários tratamentos são realizados. Neste post, você vai ficar por dentro dos principais para combater à calvície.

Existem várias causas para a queda de cabelo, por isso, é tão importante que se busque um tratamento individualizado e focado. Ou seja, nem todos os procedimentos funcionarão para todas as pessoas. É preciso buscar um auxílio de um profissional, identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Queda capilar: principais causas!

Entre as principais causas da calvície, estão:

– Fatores genéticos

– Doença autoimune

– Falta de nutriente

– Problema na tireoide

Calvície: principais tratamentos

Radiofrequência por meio de microagulhas

É uma técnica em que ocorre vários microfuros no couro cabeludo, que tem como objetivo provocar um processo de inflamação para provocar o crescimento do fio capilar. Além disso, essa técnica também facilita a penetração de componentes que ativariam o folículo capilar.

Há estudos que comprovam a eficácia, todavia ainda não existe um consenso devido às variáveis que podem interferir nesta técnica.

Luz de Led

Uma das principais vantagens deste método é que ele é indolor, e a luz tem ação vasodilatadora, em que aumenta a circulação sanguínea no local. Desta forma, as células conseguem receber uma quantidade maior de oxigênio, o que vai aumentar a produção de um novo fio capilar.

Estimulação ao crescimento capilar

Essa técnica estimula o crescimento dos fios capilares por meio de vitaminas e ativos, que tem como principal objetivo penetrar no couro cabeludo. Estes componentes conseguem aumentar a atividade dos fios, que acabam crescendo de forma mais rápida e saudável.

A escolha de substâncias para este tratamento é bem variável e podem ser, por exemplo, a biotina, que é um tipo de vitamina B ou também ser usados medicamentos específicos. Mas, isso pode variar de acordo com cada pessoa, por isso, é fundamental consultar um profissional para descobrir o tratamento mais adequado.

Plasma Rico em Plaquetas

Uma técnica que está sendo estudada e pesquisada, que já é utilizada tanto na França, quanto nos Estados Unidos, todavia no Brasil ainda é permitida apenas como pesquisa. No método, o sangue do paciente é coletado, para que seja realizada a separação do plasma, que será colocado no local da cálvice.

Implante capilar

O transplante capilar é feito por meio da retirada de uma parte do couro cabeludo do paciente, que depois é inserida na parte receptora. O paciente recebe uma anestesia local para o procedimento e a cirurgia dura, em média, 5 horas. Além disso, as microinsições para a implantação são realizadas cerca de 5 mil vezes.

Geralmente, após 6 meses do procedimento, os fios capilares já estão com, aproximadamente, 3 a 4 centímetros. Como os fios implantados são da própria pessoa, não há possibilidade de rejeição pelo organismo.

Medicamentos para uso tópico

Os medicamentos de uso tópico podem tentar bloquear os hormônios que conseguem causar a queda capilar ou também ajudar no crescimento de novos fios. Todavia, este tipo de técnica pode deixar os fios de cabelo mais oleosos e não ter o resultado esperado. Entre os principais efeitos colaterais deste método estão as reações alérgicas por causa das substâncias que existem nos produtos.

Outras causas

Uma das causas de queda capilar é a deficiência de nutrientes ou também por causa de hipo ou hipertireoidismo. Nestas situações, a queda capilar pode ser resolvida suplementação adequada ou também por meio de tratamento específico.

Desta maneira, se você perceber os seus fios capilares estão caindo de forma excessiva, que tal procurar a orientação de um profissional para descobrir a causa e iniciar o tratamento, logo? Lembre-se de buscar um tratamento focado e específico para o seu problema.

Por Babi


Saiba aqui como aliviar a Cólica Menstrual.

É só a TPM (Tensão Pré-Menstrual) se aproximar para que você fique temendo as indesejáveis cólicas menstruais? Essa é uma das queixas mais recorrentes entre o público feminino, que sente fortes dores na região do útero, passando a ter menos disposição para realizar as suas tarefas diárias e quer ficar na cama até esse problema acabar.

Apesar de esse inconveniente ter que ser enfrentado todo o mês pelas mulheres, felizmente há dicas que podem ser colocadas em prática para aliviar a dor e permitir que você continue levando a sua rotina normalmente.

Quer saber mais? Confira, abaixo, o que fazer para diminuir as dores da cólica menstrual!

O que é cólica menstrual?

Também chamada de dismenorreia, a cólica é o sintoma mais comum da menstruação e que mais incomoda as mulheres. Existem dois tipos de cólica: a primária, que se manifesta desde a menarca — primeira menstruação — juntamente com o começo dos ciclos ovulatórios; e a secundária, que acontece depois de um período de dor.

A cólica primária tem natureza desconhecida e inerente ao organismo feminino. Enquanto que a cólica secundária pode ocorrer por conta do desenvolvimento de doenças, como inflamações pélvicas, miomas e endometriose.

Quais são os sintomas?

Geralmente, a cólica menstrual pode vir junto com enjoos, vômitos, diarreia, dor de cabeça, cansaço, nervosismo, vertigem e desmaios.

Em se tratando das cólicas secundárias, a tendência é que os sintomas se manifestem depois de uma doença orgânica ou acontecimento específico. Nesse sentido, as causas mais comuns são alterações nos ovários ou útero, endometriose, uso de DIU, doença inflamatória pélvica, hímen sem orifício para menstruar ou má formações uterinas.

Como aliviar a dor?

Uma maneira simples de tratar a dor da cólica é deitar-se na cama em posição fetal e colocar uma bolsa de água morna na área do útero, e ficar em repousou por, pelo menos, uma hora. Outra opção é deitar de costas, dobrar as pernas e encostar a sola do pé no chão, depois balance as coxas de um lado para o outro vagarosamente.

Você leva uma vida sedentária? Saiba que começar a praticidade exercícios físico pode ser ótimo para diminuir a cólica menstrual. Isso porque durante as atividades o seu corpo libera endorfinas e substâncias que agem como analgésicos naturais para o organismo, diminuindo a intensidade da dor. O ideal é que você se exercite de forma regular e não só no período menstrual.

Além disso, você pode apostar na prática de yoga, que ensina técnicas de relaxamento e consciência corporal, que reduzem as dores físicas. Também pode-se fazer acumpuntura e biofeedback.

Mais uma opção é usar continuamente métodos anticoncepcionais, como injeção, pílula, anel vaginal ou adesivo transdérmico que diminuem o fluxo menstrual e, consequentemente, as dores sentidas na cólica.

Se as dores provenientes da cólica menstrual são muito intensas e permanecem durante toda a sua menstruação, você deve procurar ajuda médica para tratar-se com o auxílio dos medicamentos apropriados para o seu caso. Normalmente, são recomendados anti-inflamatórios que agem no foco da dor.

Previna-se com uma boa alimentação

Mais do que tratar as dores da cólica menstrual, você pode adotar medidas que ajudam na prevenção e fazem com que elas aparecem com bem menos intensidade ao longo do tempo. Uma forma de fazer isso é modificando os seus hábitos alimentares e adotando uma alimentação mais saudável e equilibrada, uma vez que há alimentos com composições que alteram os hormônios femininos e modificam o fluxo menstrual.

Para tanto, é recomendável fazer refeições ricas em ômega 3 e complexo B, como ovos, salmão, leguminosas, frutas, azeite de oliva e carnes miúdas, que controlam a síntese de prostaglandinas e estimulam a liberação de endorfina.

Texto por Simone Leal


Saiba aqui como identificar e tratar as alergias de pele.

Hoje, com as diversas mudanças climáticas e de ambiente, nossa pele está sujeita às mais diferentes alergias. Uma alergia é caracterizada por uma reação inflamatória, podendo essa se manifestar em regiões distintas da pele, como as costas, barriga, pescoço, braços, pés, mãos, boca, entre outros.

Os sintomas normalmente são coceiras, vermelhidão e bolinhas avermelhadas ou até mesmo brancas na pele. Ainda, é possível que em alguns casos a alergia leve a outros problemas, como é o caso, por exemplo, de um angioedema alérgico. Muitas vezes, o grande problema da alergia na pele é o de identificar as causas da mesma, já que hoje temos produtos que as causam, como medicamentos e desodorantes, até picadas de insetos. Além disso, algumas pessoas possuem restrições alimentares a algum tipo de alimento, como amendoim, soja, glúten, lactose, entre outros.

Quais os principais sintomas de uma alergia?

Entre os principais sintomas que podem ser citados para caracterizar uma alergia na pele, podemos citar: irritação, descarnação, coceira, vermelhidão e a presença de algumas manchas e/ou bolinhas brancas ou vermelhas. É possível que algum desses sintomas já apareçam logo após o contato do usuário com o alérgeno. Porém, em alguns casos, essa demora é um pouco mais longa, levando várias horas ou até mesmo dias para que a alergia se desenvolva completamente. Por isso, a importância de recordar sobre as substâncias ou os objetos que entraram em contato com o usuário e com a região. Com isso, é mais fácil encontrar a causa e o tratamento adequado para a irritação. Vale lembrar que há alguns casos que são, apesar de menos comuns, mais graves. Sendo assim, a alergia pode levar a algumas dificuldades respiratórias e um grande desconforto na garganta. É muito importante, nesses casos, que o paciente seja levado rapidamente a um pronto socorro para atendimento necessário.

Causas mais comuns de alergias

Como já foi falado anteriormente, são muitas as causas que podem levar a uma alergia na pele. Entre essas, pode-se citar a intoxicação alimentar, vestimentas que tenham algum tipo de tecido específico, pêlos de animais, plantas, alimentos, medicamentos, suor, picadas de inseto, bijouterias, materiais de limpeza, entre outros.

Por possuir uma variedade de manifestações, é fundamental a identificação da origem da alergia, para que essa seja tratada e evitada posteriormente.

O que fazer?

Assim que os primeiros sintomas de alergia aparecerem, é muito importante que se tome todas as medidas necessárias rapidamente. Sendo assim, lave com sabão de pH neutro e água abundante a área e regiões afetadas. Feito isso, comece a usar na sua pele os produtos tidos como hipoalérgicos e com calmantes, que colaboram no alívio da irritação na pele e no desconforto. Ainda, os mesmos são uma fonte importante de hidratação constante. Outra dica é o uso de água termal, já que essa reduz coceira. Vale ressaltar que, apesar de toda a hidratação, os sintomas não irão desaparecer por completo imediatamente, levando até duas horas ou mais para o efeito. Caso a alergia não diminua ou insista em voltar, a recomendação é de que seja marcada uma consulta com um profissional adequado, o dermatologista. Isso é importante para que seja possível e feita a prescrição de remédios que tratem de forma eficaz a irritação. O tipo de tratamento dependerá muito de como se desenvolvem os sintomas, principalmente em relação à sua intensidade. Normalmente, são utilizados para essa finalidade os anti-histamínicos ou os corticóides específicos, seja na forma de comprimidos ou de xarope. Em casos mais intensos de coceira, é possível a recomendação médica de pomadas específicas para a alergia.

Alergias na gravidez

Não é mito que as alergias na pele em mulheres são mais comuns durante a gravidez. Isso ocorre devido às alterações nos hormônios e na imunidade durante o período. Assim, a grávida pode ficar muito mais sensível às alergias indesejadas. É importante destacar que as irritações não irão prejudicar diretamente o bebê. É recomendado, todavia, que as gestantes aliviem os desconfortos com loções e cremes e procurem ajuda de um dermatologista assim que possível. Em hipótese alguma, é indicada a automedicação do afetado, já que a grávida não pode ingerir os mesmos medicamentos que uma pessoa que não esteja na mesma condição. Por isso, fique atento a qualquer alteração importante e vá ao hospital ou pronto socorro mais próximo.

Kellen Kunz


Veja as principais dúvidas sobre a vacina da febre amarela e suas respostas.

O Brasil está em alerta sobre casos de febre amarela, essa atenção ficou voltada principalmente no ano de 2017 e agora em 2018 há uma grande procura da vacina nos postos do País. Já sabemos que existem casos de pessoas que morreram com a doença e alguns macacos também, pois estão infectados. É importante ressaltar que o animal não é o transmissor da doença, e sim o mosquito Aedes Aegypti. A febre amarela pode levar a morte em pouco tempo, então é preciso vacinar.

Polêmica sobre reação da vacina da febre amarela

Muitas pessoas ficam inseguras em relação a se vacinar, pois existem muitos boatos na internet sobre mortes após a vacinação. É claro que a maioria dessas afirmações são boatos que se espalham nas redes sociais e acabam ganhando forças e causando pânico. Vale ressaltar que existe uma sinalização para um grupo de pessoas que não podem se vacinar e essas e outras informações vão estar logo abaixo:

1- A vacina pode provocar reação? E quais seriam essas reações?

Sim. Todas as vacinas podem causar algum tipo de reação. E a vacina da febre amarela pode causar reações como: mal-estar, dor de cabeça e febre.

2- A vacina causa dor ou inchaço?

A maioria das pessoas que tomam a vacina não reclamam que ela é dolorida ao ser dada e nem de inchaço depois da aplicação. A agulha é relativamente menor que a maioria das vacinas. Porém, se a pessoa for sensível, ela pode sentir um pequeno desconforto, nada fora do normal.

3- Gestante pode tomar a vacina?

Não. A gestante faz parte do grupo de pessoas que não devem tomar a vacina da febre amarela.

4- Os bebês podem tomar a vacina da febre amarela?

Os bebês que tiverem idade a partir de nove meses podem ser vacinados contra a febre amarela. Porém, se essa criança morar em um local que tenha surto da doença e mortes de macaco com a febre amarela, a idade é a partir de 6 meses.

5- É verdade que quem tem baixa imunidade não pode se vacinar contra a febre amarela?

Sim. Quem tem imunidade baixa está no grupo de risco e de imediato não poderá tomar a vacina. O ideal é passar com o médico e fazer exames e ter uma avaliação mais completa, e caso ele permita, é preciso levar essa autorização no posto de saúde no dia em que for se vacinar.

6- Alguns medicamentos podem causar problemas para quem se vacina?

A princípio não existe nenhuma contraindicação em relação a medicações, exceto o uso de corticoide.

7- Como funciona a vacinação para quem acha que já se vacinou a anos atrás e não tem certeza?

Nesse tipo de caso a melhor solução é se vacinar novamente, pois muitas pessoas perdem a caderneta de vacinação em algum momento de sua vida e ficam sem saber se tomaram ou não a vacina. No caso da vacina da febre amarela é bom não bobear, pois a doença pode matar e já existem casos de morte no Brasil.

8- É preciso estar em jejum para tomar a vacina da febre amarela?

Não. Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que estão indo ao posto em busca de informações sobre a vacina da febre amarela. Porém, não é preciso estar em jejum para se vacinar.

9- Qual a idade base das pessoas que podem se vacinar?

A idade base para vacina é de 9 meses a 59 anos. Crianças que já tomaram a vacina antes da campanha e do risco de epidemia não precisam tomar. É essencial levar a caderneta da criança para que o profissional de saúde verifique na hora se precisa ou não vacinar. Em caso de pessoas que já tenham 60 anos ou mais é indicado apenas se vacinar com o consentimento do médico.

10- Em caso de risco de já ter contraído a doença, como deve proceder?

Nesse caso não pode se vacinar e sim procurar um hospital o mais rápido possível para verificar que realmente a pessoa contraiu a doença.

Essas são as informações principais da vacina da febre amarela!

Cristiane Amaral


Veja aqui tudo o que você precisa saber sobre a doença do Refluxo Gastroesofágico.

A doença do refluxo gastroesofágico (azia crônica ou mais conhecida como refluxo) é uma enfermidade digestiva, nos quais os ácidos envolventes na parede estomacal retornam ao esôfago, abortando assim o caminho natural da digestão.

Quais são as causas da Doença do Refluxo Gastroesofágico?

Essa anormalidade acontece porque as fibras musculares responsáveis pelo impedimento do alimento voltar pra trás, para o esôfago, não fecha bem. Nesses casos, até mesmo o suco gástrico contido no estômago pode voltar para o esôfago. Alguns sintomas são a irritação causada na parede do esôfago.

Existem também fatores de risco que complicam e até mesmo ocasionam a doença tais como:

  • Esclerodermia;
  • Diabetes;
  • Tabagismo;
  • Alimentação (excessos em chocolate, bebidas alcoólicas, pimenta e frituras corroboram para o refluxo);
  • Esvaziamento tardio do estômago;
  • Obesidade;
  • Gravidez;
  • Ressecamento bucal;
  • Síndrome de Zollinger-Ellison (estômago produz mais ácido, além da normalidade).

Quais são os principais sintomas do refluxo gastroesofágico?

Os principais sintomas do refluxo gastroesofágico são os seguintes:

  • Náuseas após as refeições;
  • Tosse seca ou rouquidão;
  • Inchaço na região da garganta;
  • Dificuldade para ingerir alimento (seguido de sensação de que o alimento fica na garganta);
  • Dor no peito;
  • Azia crônica;
  • Regurgitação de suco gástrico;
  • Sensação da doença quando come ou quando fica deitado.

Qual o tratamento adequado para quem sofre de refluxo gastroesofágico?

Se você sentir alguns desses sinais, o seu primeiro passo deve ser procurar o médico clínico para um diagnóstico mais preciso, pois é este que tem experiência para dar esclarecimentos sobre a doença e o que fazer para resolver a enfermidade.

É preciso que o médico possa receber o maior número de informações sobre os sintomas que você tem. Deverá tirar todas as dúvidas sobre os seguintes pontos:

  • Haverá restrição em sua dieta normal?
  • Haverá cura para a doença?
  • É preciso fazer cirurgia para se livrar do refluxo?

Você deverá esclarecer ao médico também detalhes específicos sobre seus sintomas:

  • Eles são piores durante a noite?
  • Sente que as refeições ficam pesadas no estômago ou tendem a voltar pelo esôfago?
  • Qual a intensidade dos sintomas?

O tratamento deve ser feito através de antiácidos e outras drogas, que aliviam o refluxo. Outros medicamento diminuirá a produção do suco gástrico e ainda outros auxiliam na cicatrização do esôfago. Em alguns casos, haverá procedimentos cirúrgicos para acabar com o refluxo.

A prevenção do refluxo gastroesofágico é muito importante, tendo em vista que uma boa alimentação e a diminuição no nível de estresse dará uma vida mais significativa e livre dessa doença.

Cristiane Magalhaes





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