Confira aqui algumas dicas de alimentos para controlar a sua pressão.

A hipertensão tem atingido um grande número de pessoas e segundo o Ministério da Saúde, apenas 10% de pessoas que sofrem desse problema, buscam o tratamento ideal para que se consiga melhorar de fato.

A hipertensão tem relação com os níveis de tensão do sangue durante o processo circulatório. Quando acontece de as artérias ficarem mais duras ou apertadas, o coração acaba tendo que fazer mais força para trabalhar e para bombear o sangue para o corpo, com esse trabalho mais excessivo, o coração fica dilatado e acaba trazendo alguns danos para os vasos sanguíneos, podendo ainda, como consequência, trazer também variados danos para outras partes do corpo humano, assim como problemas renais e até mesmo, visuais.

Apesar de se tratar de uma doença crônica, por não possuir a cura, o paciente que consegue se tratar pode viver com uma melhor qualidade de vida, para isso é importante principalmente manter uma boa alimentação, consumindo alimentos saudáveis e evitando o consumo do sal.

Se a hipertensão não for controlada, os riscos da doença acabam aumentando, dentre eles, o risco de se ter um derrame ou um infarto, bem como o aparecimento de complicações cardiovasculares.

A hipertensão idiopática

A hipertensão idiopática é a mais comum e recorrente, pois é o problema de pressão alta que não tem de fato alguma coisa que a tenha ocasionado. Pode estar relacionada à genética, porém, também pode estar ligado há alguns maus hábitos, como fumo, obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares ruins.

Alimentos indicados para quem possui hipertensão

Existem alguns tipos de alimentos que podem beneficiar quem possui esse problema de hipertensão, sendo indicado até mesmo pelos médicos:

Potássio:

Todo alimento que for rico em potássio, vale a pena ser consumido por quem possui hipertensão. Consumindo o mineral, a pessoa terá o mesmo benefício que diminuindo a quantidade de sódio na alimentação.

Alimentos que possuem potássio: mamão, banana, manga, tomate, milho, romã, mandioquinha, beterraba, chuchu, dentre outros.

Chá de camomila:

Pelo fato de o chá de camomila possuir seus benefícios calmantes, é muito indicado para quem possui hipertensão, visto que as pessoas que sofrem dessa doença acabam sendo pessoas mais nervosas e tensas e um calmante natural irá favorecer demais.

Melância:

A melância possui uma substância que tem a capacidade de manter as artérias mais relaxadas, essa substancia é denominada citrulina, e também é uma fruta que possui um nível elevado de potássio em sua polpa.

Kiwi:

Possui propriedades antioxidantes, propriedades que combatem o envelhecimento precoce das células, beneficiando a saúde e protegendo o organismo contra a doenças cardiovasculares e a diversos outros tipos de problemas de saúde.

Fibras:

As fibras melhoram os níveis de insulina no sangue, o que acaba deixando os vasos sanguíneos mais relaxados e menos tensos. O Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia informa que acrescentar as fibras nas refeições traz inúmeros benefícios para o organismo por completo.

Alimentos que possuem fibras em muita quantidade: cereais integrais, grãos e folhas verdes, de preferências as verdes escuras, como por exemplo, as folhas de espinafre e as folhas de couve.

A fibra ainda ajuda a melhorar o funcionamento do trânsito intestinal, o que acaba auxiliando também a absorver melhor o potássio.

Gorduras Boas:

As gorduras boas devem ser consumidas, mas com moderação. Elas trazem diversos benefícios para o organismo, diminuem o nível do colesterol ruim, protegem o coração e regula os níveis de insulina.

Alimentos que possuem gorduras boas: abacate, azeite de oliva, diversas sementes, castanhas e outras oleaginosas, dentre outros alimentos.

Alimentos que devem ser evitados por quem tem hipertensão

  • Chá verde, vermelho ou preto: possuem teína, que é uma substancia similar a cafeína, que também contrai os vasos sanguíneos.

  • Café: cafeína é uma substância que aumenta a tensão dos vasos sanguíneos.

  • Alimentos industrializados: todos os alimentos industrializados acabam contendo muito sódio, o que prejudica a doença.

Por Carol Wurlitzer


Confira aqui mais detalhes sobre o campanha nacional de vacinação contra a gripe.

No outono, a variação de temperatura, sobretudo as quedas bruscas, fazem com que muitas pessoas fiquem gripadas. Isso acontece porque há um aumento no número de pessoas aglomeradas em lugares fechados e que não possuem ventilação.

A contaminação ocorre pelo contato com a pessoa doente. A gripe, apesar de muitos acreditarem que é inofensiva, pode causar infecções bacterianas ou virais e, nos piores casos, a pessoa pode falecer.

Por conta de uma situação atípica no estado do Amazonas, onde só nesse início de ano já aconteceu um número elevado de mortes por conta da H1N1, a vacina já está a todo vapor: desde o dia 20 de março os amazonenses podem ser vacinados. Em outros estados, a Vacina contra gripe 2019 começa hoje e vai até o dia 31 de maio. Descubra se você está entre os grupos que têm direito à vacinação.

O que a vacina contra a gripe faz e quais tipos de gripe combate?

A vacina contra gripe 2019 imuniza o indivíduo contra os tipos mais comuns de gripe que estão espalhados pelo ar, impedindo que adoeça.

  • H1N1;
  • H3N2;
  • Influenza B.

Quem será a prioridade?

Entre os dias 10 e 18 de abril, o foco da Vacina contra gripe 2019 vai focar nos grupos de risco eleitos pelo Ministério da Saúde e segue o que foi recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS):

  • Crianças que estejam na faixa-etária de seis meses a seis anos incompletos;
  • Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto).

Uma mudança importante aconteceu de 2018 para cá e merece atenção: antes, somente crianças com até 5 anos incompletos poderiam ser vacinadas. Nesse ano, essa idade aumentou para 6 anos incompletos, ou seja, até 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

Quem pode tomar a vacina?

A partir do dia 21 de abril, domingo, o público alvo aumenta. A meta para o ano de 2019 é que pelo menos 90% dos grupos sejam vacinados. No estado de São Paulo, esse número corresponde a 13 milhões de habitantes.

  • Adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos que estejam sob medidas socioeducativas;
  • Crianças de 1 a 5 anos;
  • Grávidas e puérperas (que tiveram filho nos últimos 45 dias);
  • Idosos;
  • Indígenas;
  • Pessoas que sofrem de doenças crônicas;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas que fazem acompanhamento pelo SUS;
  • Pessoas que estão em situação de privação de liberdade;
  • Professores;
  • Trabalhadores da saúde.

Quais são as doenças crônicas que permitem que a pessoa seja vacinada?

  • Doenças respiratórias como asma, DPOC, fibrose cística, etc.;
  • Doenças cardíacas como hipertensão, insuficiência cardíaca, etc.;
  • Doenças neurológicas como AVC, paralisia cerebral, esclerose múltipla, etc.;
  • Doenças hepáticas como hepatite, cirrose, etc.;
  • Doenças renais como síndrome nefrótica;
  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Imunossupressão (quem está com o sistema imunológico em baixa por conta de doenças ou medicação);
  • Trissomias como síndrome de Down, de Wakani, etc.;
  • Quem recebeu transplante de órgãos sólidos e medula óssea.

O que é o Dia D e quando será?

O Dia D será num sábado, dia 4 de maio. Na terceira etapa, a vacinação estará disponível para todos que fazem parte do público-alvo. É um momento em que a campanha se intensifica e todo o país se mobiliza.

Se você faz parte do grupo, vá para uma unidade de saúde o quanto antes. Se você conhece alguém que faz parte, peça para que essa pessoa se vacine o mais rápido possível e, se ela tentar resistir, cabe a você convencê-la da importância da Vacinação contra gripe 2019. Não há contraindicação e ela pode salvar uma vida. A imunização demora entre duas a três semanas para acontecer, por isso, não deixe de prevenir.

Caso você não faça parte desse grupo, mas deseja tomar a vacina, pode se dirigir a um estabelecimento da rede de saúde privada. Nesse caso, o valor varia de R$100 até R$200,00.

Por: Jéssica Lima Cochete


População poderá começar a tomar a vacina a partir do dia 10 de abril de 2019.

No próximo dia 10 de abril do corrente ano, vai iniciar a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Assim que for lançada a campanha, haverá a divulgação das metas e da quantidade de doses que serão oferecidas.

De acordo com informações do Ministério de Saúde, já ocorreram cerca de 232 casos de influenza e 50 pessoas chegaram a óbito em decorrência da doença.

O estado do Amazonas, a vacinação precisou ser antecipada, tendo em vista o fato de haver maior exposição do vírus. Lá a vacinação se iniciou no último dia 20. Ainda de acordo com informações do Ministério Público, no estado do Amazonas houveram 113 pessoas que foram infectadas pelo vírus da influenza e 31 pessoas chegaram a óbito por causa do vírus.

A intenção dessa campanha é imunizar e proteger a todos contra os tipos mais comuns de influenza que estão em circulação no estado onde acontece a campanha.

Cabe ressaltar que a vacina não protege contra problemas respiratórios ou contra qualquer outro tipo de gripe.

Os tipos e especificações de vírus são estipulados pela OMS – Organização Mundial de Saúde, localizada no Hemisfério Sul e os micro-organismos que tem de estar presentes e inseridos na vacina ficam disponíveis no mês de setembro que antecede as campanhas de vacinação.

Quando a divulgação da linhagem do vírus, é feita pela OMS – Organização Mundial de Saúde, os laboratórios começam a trabalhar na produção e na fabricação da vacina. Ainda no mês de setembro de 2017, o Instituto Butantan, que fica localizado na cidade de São Paulo, começou a produção da vacina da campanha.

A vacina pode ser tomada por todas as pessoas, estando disponível de forma gratuita para alguns específicos grupos de pessoas na rede de saúde pública. Para as pessoas que não se enquadram nesse grupo especifico, a vacina poderá ser conseguida em rede privada pelo valor de R$ 130,00 (cento e trinta reais).

Cabe salientar que a dose da vacina deverá ser repetida todos os anos.

Lista de casos de contaminação e de óbitos pelo vírus da influenza no Brasil

Amazonas

  • Casos: 113
  • Óbitos: 31

Alagoas

  • Casos: 2
  • Óbitos: 2

Rondônia

  • Casos: 3
  • Óbitos: 3

Pará

  • Casos: 7
  • Óbitos: 3

Tocantins

  • Casos: 2
  • Óbitos: 1

Ceará

  • Casos: 4
  • Óbitos: 0

Pernambuco

  • Casos: 8
  • Óbitos: 0

Sergipe

  • Casos: 2
  • Óbitos: 0

Bahia

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Minas Gerais

  • Casos: 9
  • Óbitos: 0

Rio de Janeiro

  • Casos: 2
  • Óbitos: 0

São Paulo

  • Casos: 49
  • Óbitos: 2

Paraná

  • Casos: 11
  • Óbitos: 5

Santa Catarina

  • Casos: 5
  • Óbitos: 1

Rio Grande do Sul

  • Casos: 7
  • Óbitos: 1

Mato Grosso do Sul

  • Casos: 1
  • Óbitos: 1

Mato Grosso

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Goiás

  • Casos: 1
  • Óbitos: 0

Distrito Federal

  • Casos: 4
  • Óbitos: 0

TOTAL DO BRASIL

  • CASOS: 232
  • ÓBITOS: 50

Pessoas que estão liberadas para receber a vacinação no dia da campanha

  • Mulheres grávidas e as que estão em estado puerperal

  • Crianças de 1 ano a 5 anos, 11 meses e 29 dias

  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estiverem sob medidas socioeducativas

  • Idosos

  • Trabalhadores da área de saúde

  • Povos indígenas

  • Professores que trabalham em escolas públicas ou em escolas privadas

  • Pessoas que se encontram com morbidade ou em condições clínicas especiais

  • Funcionários que trabalham no sistema prisional

  • Pessoas que são privadas da liberdade

Como foi a campanha no ano de 2018?

No ano de 2018, os números de casos e de morte foram altíssimos, chegando a 6.678 casos de influenza e a 1.370 mortes no país.

De acordo com as informações do Ministério de Saúde, para cada 100 mil habitantes em território nacional, a taxa de mortalidade está em 0,66.

Por Carol Wurlitzer


Saiba aqui como prevenir a Gripe e evitar contaminar outras pessoas.

Recorrente das estações mais frias do ano, a gripe é um dos maiores desafios da Organização Mundial da Saúde (OMS), afinal, é uma doença que se propaga rapidamente. Uma única pessoa gripada pode contaminar dezenas de indivíduos, basta compartilhar o mesmo espaço ou os mesmos objetos pessoais. Na maioria das vezes trata-se de uma enfermidade breve, mas quando não é cuidada adequadamente, pode evoluir para problemas mais graves.

Além de se prevenir com a vacinação, você também pode adotar medidas que ajudam a evitar a contração e disseminação da gripe nos ambientes em que você convive. Dessa maneira, você também fica longe dos sintomas que podem atrapalhar a sua rotina, como indisposição e febre.

Quer saber mais? Confira, abaixo, o que fazer para não pegar gripe!

1. Tenha uma alimentação saudável

Beber bastante água e apostar em uma alimentação saudável diminui os riscos de ficar gripado. O ideal é dar preferência para os alimentos com vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, tornando o nosso organismo mais resistente diante do vírus.

Além disso, também é recomendado evitar o consumo de comidas muito gorduras e optar pelas que são compostas por vitaminas e minerais. Consuma duas frutas por dia, aposte nas saladas e até mesmo nas sopas com legumes.

2. Tome a vacina da gripe

Não apenas as crianças e idosos que podem tomar a vacina da gripe, qualquer pessoa que queira evitar essa doença também pode se prevenir. Para tanto, é necessário comprar a dose disponível em todas as farmácias do Brasil.

3. Evite mudanças bruscas de temperatura

O corpo humano não costuma reagir bem às mudanças repentinas de temperatura, logo é indicado impedir que isso ocorra com frequência. Portanto, se está muito calor e você que ligar o ar-condicionado no trabalho ou em casa, não deixe a temperatura baixa a ponto de ser necessário vestir uma blusa.

Escolha uma temperatura média e sempre verifique se o filtro do ar-condicionado está limpo, pois é nesse lugar que os microorganismos se concentram e podem ser espalhados por todo o ambiente.

4. Não fique em locais fechados

Certamente, você já sabe que não é recomendado ficar em locais totalmente fechados na companhia de pessoas que estão resfriadas ou gripadas. Mas, a dica também vale para lugares em que não tem ninguém doente. Nas épocas mais frias do ano e em períodos de epidemia, procure evitar os locais fechados.

Caso trabalhe em um escritório com janelas e portas fechadas, deixe um pequeno espaço aberto para que haja a circulação do ar. Dessa forma, os vírus, bactérias e fungos têm menores chances de serem disseminados.

5. Não mantenha contato com pessoas gripadas

Quando um colega de trabalho ou familiar estiver resfriado ou com gripe, não para de espirrar ou tossir, é indicado que essa pessoa faça uso de uma máscara respiratória, que pode ser facilmente comprada nas farmácias e não deixa que os vírus se espalhem pelo ar. Se o indivíduo não quiser usar esse artigo, você mesmo pode colocá-lo para que os agentes da doença não entrem no seu sistema respiratório.

6. Não deixe roupa molhada secar no corpo

Esqueceu o guarda-chuva e acabou pegando aquela chuva no meio do caminho? Assim que chegar em casa tire a roupa molhada do corpo, pois a umidade favorece o aparecimento da gripe. Também vale tomar um chá morno com uma colher de mel para manter a garganta quente.

Uma boa escolha é o chá de equinácea que ajuda no desenvolvimento dos glóbulos brancos, que funcionam como as nossas células de defesa. O chá pode ser tomado todos os dias ou quando ocorrerem mudanças de estação, principalmente, durante o inverno. Assim, você fica mais saudável e livre da gripe.

Texto por Simone Leal


Confira aqui as principais causas e tratamentos para a calvície.

A queda de cabelo, também conhecida como alopecia ou a famosa calvície, é um problema que acomete tanto homens, quanto mulheres. Com a tecnologia cada vez mais desenvolvida, vários tratamentos são realizados. Neste post, você vai ficar por dentro dos principais para combater à calvície.

Existem várias causas para a queda de cabelo, por isso, é tão importante que se busque um tratamento individualizado e focado. Ou seja, nem todos os procedimentos funcionarão para todas as pessoas. É preciso buscar um auxílio de um profissional, identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Queda capilar: principais causas!

Entre as principais causas da calvície, estão:

– Fatores genéticos

– Doença autoimune

– Falta de nutriente

– Problema na tireoide

Calvície: principais tratamentos

Radiofrequência por meio de microagulhas

É uma técnica em que ocorre vários microfuros no couro cabeludo, que tem como objetivo provocar um processo de inflamação para provocar o crescimento do fio capilar. Além disso, essa técnica também facilita a penetração de componentes que ativariam o folículo capilar.

Há estudos que comprovam a eficácia, todavia ainda não existe um consenso devido às variáveis que podem interferir nesta técnica.

Luz de Led

Uma das principais vantagens deste método é que ele é indolor, e a luz tem ação vasodilatadora, em que aumenta a circulação sanguínea no local. Desta forma, as células conseguem receber uma quantidade maior de oxigênio, o que vai aumentar a produção de um novo fio capilar.

Estimulação ao crescimento capilar

Essa técnica estimula o crescimento dos fios capilares por meio de vitaminas e ativos, que tem como principal objetivo penetrar no couro cabeludo. Estes componentes conseguem aumentar a atividade dos fios, que acabam crescendo de forma mais rápida e saudável.

A escolha de substâncias para este tratamento é bem variável e podem ser, por exemplo, a biotina, que é um tipo de vitamina B ou também ser usados medicamentos específicos. Mas, isso pode variar de acordo com cada pessoa, por isso, é fundamental consultar um profissional para descobrir o tratamento mais adequado.

Plasma Rico em Plaquetas

Uma técnica que está sendo estudada e pesquisada, que já é utilizada tanto na França, quanto nos Estados Unidos, todavia no Brasil ainda é permitida apenas como pesquisa. No método, o sangue do paciente é coletado, para que seja realizada a separação do plasma, que será colocado no local da cálvice.

Implante capilar

O transplante capilar é feito por meio da retirada de uma parte do couro cabeludo do paciente, que depois é inserida na parte receptora. O paciente recebe uma anestesia local para o procedimento e a cirurgia dura, em média, 5 horas. Além disso, as microinsições para a implantação são realizadas cerca de 5 mil vezes.

Geralmente, após 6 meses do procedimento, os fios capilares já estão com, aproximadamente, 3 a 4 centímetros. Como os fios implantados são da própria pessoa, não há possibilidade de rejeição pelo organismo.

Medicamentos para uso tópico

Os medicamentos de uso tópico podem tentar bloquear os hormônios que conseguem causar a queda capilar ou também ajudar no crescimento de novos fios. Todavia, este tipo de técnica pode deixar os fios de cabelo mais oleosos e não ter o resultado esperado. Entre os principais efeitos colaterais deste método estão as reações alérgicas por causa das substâncias que existem nos produtos.

Outras causas

Uma das causas de queda capilar é a deficiência de nutrientes ou também por causa de hipo ou hipertireoidismo. Nestas situações, a queda capilar pode ser resolvida suplementação adequada ou também por meio de tratamento específico.

Desta maneira, se você perceber os seus fios capilares estão caindo de forma excessiva, que tal procurar a orientação de um profissional para descobrir a causa e iniciar o tratamento, logo? Lembre-se de buscar um tratamento focado e específico para o seu problema.

Por Babi


Saiba aqui como aliviar a Cólica Menstrual.

É só a TPM (Tensão Pré-Menstrual) se aproximar para que você fique temendo as indesejáveis cólicas menstruais? Essa é uma das queixas mais recorrentes entre o público feminino, que sente fortes dores na região do útero, passando a ter menos disposição para realizar as suas tarefas diárias e quer ficar na cama até esse problema acabar.

Apesar de esse inconveniente ter que ser enfrentado todo o mês pelas mulheres, felizmente há dicas que podem ser colocadas em prática para aliviar a dor e permitir que você continue levando a sua rotina normalmente.

Quer saber mais? Confira, abaixo, o que fazer para diminuir as dores da cólica menstrual!

O que é cólica menstrual?

Também chamada de dismenorreia, a cólica é o sintoma mais comum da menstruação e que mais incomoda as mulheres. Existem dois tipos de cólica: a primária, que se manifesta desde a menarca — primeira menstruação — juntamente com o começo dos ciclos ovulatórios; e a secundária, que acontece depois de um período de dor.

A cólica primária tem natureza desconhecida e inerente ao organismo feminino. Enquanto que a cólica secundária pode ocorrer por conta do desenvolvimento de doenças, como inflamações pélvicas, miomas e endometriose.

Quais são os sintomas?

Geralmente, a cólica menstrual pode vir junto com enjoos, vômitos, diarreia, dor de cabeça, cansaço, nervosismo, vertigem e desmaios.

Em se tratando das cólicas secundárias, a tendência é que os sintomas se manifestem depois de uma doença orgânica ou acontecimento específico. Nesse sentido, as causas mais comuns são alterações nos ovários ou útero, endometriose, uso de DIU, doença inflamatória pélvica, hímen sem orifício para menstruar ou má formações uterinas.

Como aliviar a dor?

Uma maneira simples de tratar a dor da cólica é deitar-se na cama em posição fetal e colocar uma bolsa de água morna na área do útero, e ficar em repousou por, pelo menos, uma hora. Outra opção é deitar de costas, dobrar as pernas e encostar a sola do pé no chão, depois balance as coxas de um lado para o outro vagarosamente.

Você leva uma vida sedentária? Saiba que começar a praticidade exercícios físico pode ser ótimo para diminuir a cólica menstrual. Isso porque durante as atividades o seu corpo libera endorfinas e substâncias que agem como analgésicos naturais para o organismo, diminuindo a intensidade da dor. O ideal é que você se exercite de forma regular e não só no período menstrual.

Além disso, você pode apostar na prática de yoga, que ensina técnicas de relaxamento e consciência corporal, que reduzem as dores físicas. Também pode-se fazer acumpuntura e biofeedback.

Mais uma opção é usar continuamente métodos anticoncepcionais, como injeção, pílula, anel vaginal ou adesivo transdérmico que diminuem o fluxo menstrual e, consequentemente, as dores sentidas na cólica.

Se as dores provenientes da cólica menstrual são muito intensas e permanecem durante toda a sua menstruação, você deve procurar ajuda médica para tratar-se com o auxílio dos medicamentos apropriados para o seu caso. Normalmente, são recomendados anti-inflamatórios que agem no foco da dor.

Previna-se com uma boa alimentação

Mais do que tratar as dores da cólica menstrual, você pode adotar medidas que ajudam na prevenção e fazem com que elas aparecem com bem menos intensidade ao longo do tempo. Uma forma de fazer isso é modificando os seus hábitos alimentares e adotando uma alimentação mais saudável e equilibrada, uma vez que há alimentos com composições que alteram os hormônios femininos e modificam o fluxo menstrual.

Para tanto, é recomendável fazer refeições ricas em ômega 3 e complexo B, como ovos, salmão, leguminosas, frutas, azeite de oliva e carnes miúdas, que controlam a síntese de prostaglandinas e estimulam a liberação de endorfina.

Texto por Simone Leal


Saiba aqui como identificar e tratar as alergias de pele.

Hoje, com as diversas mudanças climáticas e de ambiente, nossa pele está sujeita às mais diferentes alergias. Uma alergia é caracterizada por uma reação inflamatória, podendo essa se manifestar em regiões distintas da pele, como as costas, barriga, pescoço, braços, pés, mãos, boca, entre outros.

Os sintomas normalmente são coceiras, vermelhidão e bolinhas avermelhadas ou até mesmo brancas na pele. Ainda, é possível que em alguns casos a alergia leve a outros problemas, como é o caso, por exemplo, de um angioedema alérgico. Muitas vezes, o grande problema da alergia na pele é o de identificar as causas da mesma, já que hoje temos produtos que as causam, como medicamentos e desodorantes, até picadas de insetos. Além disso, algumas pessoas possuem restrições alimentares a algum tipo de alimento, como amendoim, soja, glúten, lactose, entre outros.

Quais os principais sintomas de uma alergia?

Entre os principais sintomas que podem ser citados para caracterizar uma alergia na pele, podemos citar: irritação, descarnação, coceira, vermelhidão e a presença de algumas manchas e/ou bolinhas brancas ou vermelhas. É possível que algum desses sintomas já apareçam logo após o contato do usuário com o alérgeno. Porém, em alguns casos, essa demora é um pouco mais longa, levando várias horas ou até mesmo dias para que a alergia se desenvolva completamente. Por isso, a importância de recordar sobre as substâncias ou os objetos que entraram em contato com o usuário e com a região. Com isso, é mais fácil encontrar a causa e o tratamento adequado para a irritação. Vale lembrar que há alguns casos que são, apesar de menos comuns, mais graves. Sendo assim, a alergia pode levar a algumas dificuldades respiratórias e um grande desconforto na garganta. É muito importante, nesses casos, que o paciente seja levado rapidamente a um pronto socorro para atendimento necessário.

Causas mais comuns de alergias

Como já foi falado anteriormente, são muitas as causas que podem levar a uma alergia na pele. Entre essas, pode-se citar a intoxicação alimentar, vestimentas que tenham algum tipo de tecido específico, pêlos de animais, plantas, alimentos, medicamentos, suor, picadas de inseto, bijouterias, materiais de limpeza, entre outros.

Por possuir uma variedade de manifestações, é fundamental a identificação da origem da alergia, para que essa seja tratada e evitada posteriormente.

O que fazer?

Assim que os primeiros sintomas de alergia aparecerem, é muito importante que se tome todas as medidas necessárias rapidamente. Sendo assim, lave com sabão de pH neutro e água abundante a área e regiões afetadas. Feito isso, comece a usar na sua pele os produtos tidos como hipoalérgicos e com calmantes, que colaboram no alívio da irritação na pele e no desconforto. Ainda, os mesmos são uma fonte importante de hidratação constante. Outra dica é o uso de água termal, já que essa reduz coceira. Vale ressaltar que, apesar de toda a hidratação, os sintomas não irão desaparecer por completo imediatamente, levando até duas horas ou mais para o efeito. Caso a alergia não diminua ou insista em voltar, a recomendação é de que seja marcada uma consulta com um profissional adequado, o dermatologista. Isso é importante para que seja possível e feita a prescrição de remédios que tratem de forma eficaz a irritação. O tipo de tratamento dependerá muito de como se desenvolvem os sintomas, principalmente em relação à sua intensidade. Normalmente, são utilizados para essa finalidade os anti-histamínicos ou os corticóides específicos, seja na forma de comprimidos ou de xarope. Em casos mais intensos de coceira, é possível a recomendação médica de pomadas específicas para a alergia.

Alergias na gravidez

Não é mito que as alergias na pele em mulheres são mais comuns durante a gravidez. Isso ocorre devido às alterações nos hormônios e na imunidade durante o período. Assim, a grávida pode ficar muito mais sensível às alergias indesejadas. É importante destacar que as irritações não irão prejudicar diretamente o bebê. É recomendado, todavia, que as gestantes aliviem os desconfortos com loções e cremes e procurem ajuda de um dermatologista assim que possível. Em hipótese alguma, é indicada a automedicação do afetado, já que a grávida não pode ingerir os mesmos medicamentos que uma pessoa que não esteja na mesma condição. Por isso, fique atento a qualquer alteração importante e vá ao hospital ou pronto socorro mais próximo.

Kellen Kunz


Veja as principais dúvidas sobre a vacina da febre amarela e suas respostas.

O Brasil está em alerta sobre casos de febre amarela, essa atenção ficou voltada principalmente no ano de 2017 e agora em 2018 há uma grande procura da vacina nos postos do País. Já sabemos que existem casos de pessoas que morreram com a doença e alguns macacos também, pois estão infectados. É importante ressaltar que o animal não é o transmissor da doença, e sim o mosquito Aedes Aegypti. A febre amarela pode levar a morte em pouco tempo, então é preciso vacinar.

Polêmica sobre reação da vacina da febre amarela

Muitas pessoas ficam inseguras em relação a se vacinar, pois existem muitos boatos na internet sobre mortes após a vacinação. É claro que a maioria dessas afirmações são boatos que se espalham nas redes sociais e acabam ganhando forças e causando pânico. Vale ressaltar que existe uma sinalização para um grupo de pessoas que não podem se vacinar e essas e outras informações vão estar logo abaixo:

1- A vacina pode provocar reação? E quais seriam essas reações?

Sim. Todas as vacinas podem causar algum tipo de reação. E a vacina da febre amarela pode causar reações como: mal-estar, dor de cabeça e febre.

2- A vacina causa dor ou inchaço?

A maioria das pessoas que tomam a vacina não reclamam que ela é dolorida ao ser dada e nem de inchaço depois da aplicação. A agulha é relativamente menor que a maioria das vacinas. Porém, se a pessoa for sensível, ela pode sentir um pequeno desconforto, nada fora do normal.

3- Gestante pode tomar a vacina?

Não. A gestante faz parte do grupo de pessoas que não devem tomar a vacina da febre amarela.

4- Os bebês podem tomar a vacina da febre amarela?

Os bebês que tiverem idade a partir de nove meses podem ser vacinados contra a febre amarela. Porém, se essa criança morar em um local que tenha surto da doença e mortes de macaco com a febre amarela, a idade é a partir de 6 meses.

5- É verdade que quem tem baixa imunidade não pode se vacinar contra a febre amarela?

Sim. Quem tem imunidade baixa está no grupo de risco e de imediato não poderá tomar a vacina. O ideal é passar com o médico e fazer exames e ter uma avaliação mais completa, e caso ele permita, é preciso levar essa autorização no posto de saúde no dia em que for se vacinar.

6- Alguns medicamentos podem causar problemas para quem se vacina?

A princípio não existe nenhuma contraindicação em relação a medicações, exceto o uso de corticoide.

7- Como funciona a vacinação para quem acha que já se vacinou a anos atrás e não tem certeza?

Nesse tipo de caso a melhor solução é se vacinar novamente, pois muitas pessoas perdem a caderneta de vacinação em algum momento de sua vida e ficam sem saber se tomaram ou não a vacina. No caso da vacina da febre amarela é bom não bobear, pois a doença pode matar e já existem casos de morte no Brasil.

8- É preciso estar em jejum para tomar a vacina da febre amarela?

Não. Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que estão indo ao posto em busca de informações sobre a vacina da febre amarela. Porém, não é preciso estar em jejum para se vacinar.

9- Qual a idade base das pessoas que podem se vacinar?

A idade base para vacina é de 9 meses a 59 anos. Crianças que já tomaram a vacina antes da campanha e do risco de epidemia não precisam tomar. É essencial levar a caderneta da criança para que o profissional de saúde verifique na hora se precisa ou não vacinar. Em caso de pessoas que já tenham 60 anos ou mais é indicado apenas se vacinar com o consentimento do médico.

10- Em caso de risco de já ter contraído a doença, como deve proceder?

Nesse caso não pode se vacinar e sim procurar um hospital o mais rápido possível para verificar que realmente a pessoa contraiu a doença.

Essas são as informações principais da vacina da febre amarela!

Cristiane Amaral


Veja aqui tudo o que você precisa saber sobre a doença do Refluxo Gastroesofágico.

A doença do refluxo gastroesofágico (azia crônica ou mais conhecida como refluxo) é uma enfermidade digestiva, nos quais os ácidos envolventes na parede estomacal retornam ao esôfago, abortando assim o caminho natural da digestão.

Quais são as causas da Doença do Refluxo Gastroesofágico?

Essa anormalidade acontece porque as fibras musculares responsáveis pelo impedimento do alimento voltar pra trás, para o esôfago, não fecha bem. Nesses casos, até mesmo o suco gástrico contido no estômago pode voltar para o esôfago. Alguns sintomas são a irritação causada na parede do esôfago.

Existem também fatores de risco que complicam e até mesmo ocasionam a doença tais como:

  • Esclerodermia;
  • Diabetes;
  • Tabagismo;
  • Alimentação (excessos em chocolate, bebidas alcoólicas, pimenta e frituras corroboram para o refluxo);
  • Esvaziamento tardio do estômago;
  • Obesidade;
  • Gravidez;
  • Ressecamento bucal;
  • Síndrome de Zollinger-Ellison (estômago produz mais ácido, além da normalidade).

Quais são os principais sintomas do refluxo gastroesofágico?

Os principais sintomas do refluxo gastroesofágico são os seguintes:

  • Náuseas após as refeições;
  • Tosse seca ou rouquidão;
  • Inchaço na região da garganta;
  • Dificuldade para ingerir alimento (seguido de sensação de que o alimento fica na garganta);
  • Dor no peito;
  • Azia crônica;
  • Regurgitação de suco gástrico;
  • Sensação da doença quando come ou quando fica deitado.

Qual o tratamento adequado para quem sofre de refluxo gastroesofágico?

Se você sentir alguns desses sinais, o seu primeiro passo deve ser procurar o médico clínico para um diagnóstico mais preciso, pois é este que tem experiência para dar esclarecimentos sobre a doença e o que fazer para resolver a enfermidade.

É preciso que o médico possa receber o maior número de informações sobre os sintomas que você tem. Deverá tirar todas as dúvidas sobre os seguintes pontos:

  • Haverá restrição em sua dieta normal?
  • Haverá cura para a doença?
  • É preciso fazer cirurgia para se livrar do refluxo?

Você deverá esclarecer ao médico também detalhes específicos sobre seus sintomas:

  • Eles são piores durante a noite?
  • Sente que as refeições ficam pesadas no estômago ou tendem a voltar pelo esôfago?
  • Qual a intensidade dos sintomas?

O tratamento deve ser feito através de antiácidos e outras drogas, que aliviam o refluxo. Outros medicamento diminuirá a produção do suco gástrico e ainda outros auxiliam na cicatrização do esôfago. Em alguns casos, haverá procedimentos cirúrgicos para acabar com o refluxo.

A prevenção do refluxo gastroesofágico é muito importante, tendo em vista que uma boa alimentação e a diminuição no nível de estresse dará uma vida mais significativa e livre dessa doença.

Cristiane Magalhaes





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