Gravidez Ectópica – O Que É, Como Acontece, Riscos e Tratamento





Conheça as principais informações sobre a gravidez ectópica.

Muitas mulheres sonham em engravidar em algum momento de sua vida. Uma parte dessas mulheres conseguem realizar esse sonho de forma mais fácil. Outras já passam por um longa espera e no final das contas conseguem receber o seu tão sonhado positivo. E uma terceira parte conseguem engravidar, mas a gravidez é ectópica. E para esse último exemplo, as coisas não serão fáceis. Pois essa é uma gravidez atípica e que traz riscos enormes para a gestante. Veja agora a razão para se ter uma gravidez ectópica e todas as informações sobre ela.

O que é uma gravidez ectópica?

A gravidez ectópica é quando o óvulo que foi fertilizado se encontra fora do útero. Que é o lugar correto para que ele se fixe. E normalmente a gravidez ectópica se caracteriza quando o óvulo se encaixa nas trompas e por lá começa a se desenvolver. E por isso algumas pessoas conhecem a gravidez ectópica como gravidez tubária, que é quando o feto já se encontra nas trompas. Mas, Há casos também que o feto fica em outras regiões como no abdômen, por exemplo.




Todas as mulheres podem ter gravidez ectópica?

A gravidez ectópica pode acontecer com qualquer mulher. A taxa de risco fica entre 30% e 50%, que é uma estimativa onde a gravidez ectópica acontece de forma natural sem nenhum motivo aparente. Podemos dizer que foi um acaso mesmo. Mas 2% das mulheres que sofrem com quadro de dores pélvicas, quadro de atraso menstruais sem motivos justificados e crises de cólicas podem sim ter mais chance de ter uma gravidez ectópica. Por isso o ideal é sempre ir ao ginecologista e investigar qualquer sintoma que cause dor ou desconforto, e relatar tudo ao profissional.

O que pode causar a gravidez ectópica?

A gravidez ectópica pode acontecer por alguns fatores. Eles são os responsáveis por aumentar as chances de que uma mulher desenvolva esse tipo de gravidez. Entre esses fatores estão:


– Ter inflamação nas trompas;

– Ter quadro de inflamação pélvica causado por DST;

– Tabagismo;

– Ter endometriose;

– Ter idade acima de 35 anos;

– Ter feito fertilização in-vitro;

– Ter feito cirurgias abdominais anteriores;

Todos os fatores citados acima podem facilitar que uma mulher tenha uma gravidez ectópica. E é indicado que se passe para o médico ginecologista caso for tentar uma gravidez.

Veja agora os principais sinais que uma gravidez é ectópica

A gravidez ectópica pode se camuflar muito bem em alguns casos e também no início da gestação. Mas, alguns fatores já servem de alerta para as mulheres. Veja quais são esses fatores abaixo:

– Mulheres que tiverem cólicas fortes e dores pélvicas antes de engravidar;

– Pequenos sangramentos no início da gestação;

– Dor intensa no abdômen;

– Aumento do batimento cardíaco sem razão aparente;

– Queda de pressão;

– Quadro de anemia;

Esses sintomas podem indicar que a gravidez seja ectópica, o mais indicado é procurar atendimento médico especializado.

Existe tratamento para a gravidez ectópica?

Quando uma mulher descobre que sua gravidez é ectópica, elas devem procurar seu médico obstetra. Pois esse tipo de gravidez pode trazer risco para a vida da gestante. Geralmente o médico analisa qual é o estágio dessa gravidez e como está o desenvolvimento do feto. Se for realmente nas trompas ele vai precisar tirar o bebê para preservar a saúde da mãe.

Quais são os riscos que uma gravidez ectópica traz para a gestante?

Geralmente as mulheres que sonharam tanto com a gestação, não aceitam a descoberta da gravidez ectópica. Elas acabam fantasiando que o bebê vai sozinho para o útero e vai ficar tudo bem. Infelizmente a chance de isso acontecer é quase nula. E se essa gestação prosseguir a gestante pode ter hemorragia interna, quadro de infecção grave e até mesmo generalizada que podem levar a morte. O ideal é encerrar a gestação quando o médico detectar o estágio da gravidez ectópica e que não há chance de prosseguir com a mesma.

Essas são as informações mais importantes de uma gravidez ectópica!

Escrito por Cristiane Amaral



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