Uma bebida tem feito sucesso nos últimos anos entre os jovens. Fornecedora de muita energia para o corpo humano, os energéticos viraram essenciais em festas.

Energéticos são bebidas extremamente calóricas e com alto índice de cafeína e glicose. Ideal para quem está à procura de algumas horas a mais de energia, o energético já é um marcante símbolo da geração atual.

Porém este tipo de bebida, ao ser consumida em excesso, pode trazer grandes males ao nosso organismo. Seu excesso de cafeína pode elevar o batimento cardíaco, levando a pressão arterial a índices insuportáveis. A ingestão elevada desta bebida pode gerar parada cardíaca, causando sérios danos cerebrais. Nunca ingira durante atividades físicas, afinal, nestas atividades, o nosso coração já está trabalhando em ritmo acelerado.

Outro fator de risco é a tradicional mistura de bebidas energéticas com álcool. Energéticos podem enganar o nosso corpo, nos fazendo pensar que estamos em condições normais, levando muitos a causarem sérios acidentes no trânsito.

Evite o consumo de energéticos, bebendo sempre moderadamente e quando for necessário.

Por Rodolpho Medeiros


Caminhar é uma das práticas mais recomendadas por profissionais da Saúde. Em qualquer idade, destinar alguns minutos do dia para andar pela cidade, em calçadas ou parques, por exemplo, pode contribuir para uma melhor circulação do sangue pelo corpo, além de ser uma atividade benéfica para vários órgãos.

Para caminhar é necessário tênis ou sapatos ideais. Pisar de forma incorreta pode levar a pessoa a sentir dores na região lombar, nas pernas, na coluna vertebral e até nos joelhos. Segundo Agnaldo de Oliveira Júnior, ortopedista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, crianças de até dois anos apresentam problemas como o pé plano flácido, oriundo da flacidez nos ligamentos. Em sua visão, nove em dez casos são resolvidos com o natural crescimento do indivíduo.

Considerado o principal meio de sustentação de homens e mulheres, adultos e crianças, os pés podem apresentar formações inadequadas, alterando a maneira da pessoa pisar no chão. Outras recorrências como artrite reumatóide, diabetes e fraturas, por exemplo, também podem acarretar deformação nos pés.

Uma maneira de resolver problemas relacionados é por meio do uso de sapatos e palmilhas ortopédicos, pois são desenvolvidos especialmente para quem passa por situações de menor gravidade. Em contrapartida, intervenções cirúrgicas são realizadas em casos de maior necessidade.

Para averiguar se há algum entrave no ato de pisar, existem avaliações específicas como a funcional e a postural, bem como o teste da pisada, também conhecido por baropodometria.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


A Fundação Nacional do Sono (NSF), órgão norte-americano sediado em Washington, realizou um estudo em que ficou comprovado que o uso exacerbado de gadgets como computadores, televisores e celulares vem prejudicando a qualidade do sono e o desempenho sexual dos americanos. Segundo a pesquisa, cerca 95% dos entrevistados pela NSF admitiram que o uso desses equipamentos tem afetado o sono ao longo da semana. Para o vice-presidente da Fundação, Russell Rosenberg, essa dependência por eletrônicos tem contribuído significativamente para que se “durma menos à noite, deixando milhões de norte-americanos funcionando mal no dia seguinte”

A atração por aparelhos eletrônicos varia de acordo com a faixa etária. Segundo o estudo, pessoas entre 46 e 64 anos abusam mais da TV antes de dormir (os “baby boomers”). Aqueles que estão na faixa dos 13 a 18 (“Geração Z”) e 19 a 29 anos, por sua vez, excedem-se no uso dos videogames antes de ir para a cama, sem falar nos usuários compulsivos de computadores (leia-se uso compulsivo da internet), que perfazem cerca de 61% dos integrantes da pesquisa.

Segundo a NSF, as consequências das noites mal dormidas são refletidas em outros setores na nossa vida, pois acabam levando a uma má qualidade de vida em quesitos como trabalho, humor, família, jeito de dirigir, vida sexual, vida sentimental e a saúde como um todo.

Fica aí um alerta para os insones e viciados em tecnologia de todo o mundo: não permitam que a “tecnologia invada o quarto de dormir”, para usar uma expressão do pesquisador Charles Czeisler, Escola Médica de Harvard e do Hospital Brigham and Women’s, de Boston

Por Alberto Vicente

Fontes: EstadãoReuters





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