Saiba tudo sobre o remédio Fluconazol.

O Fluconazol é considerado um dos remédios que tem mais eficácia no combate aos fungos responsáveis pela famosa Candidíase Vaginal, que é algo que incomoda muitas mulheres que tem vida sexual ativa. O medicamento também é altamente eficaz no combate no tratamento de micoses diversas que podem atingir a glande peniana, além de outras mucosas como a boca, por exemplo.

Depois da ingestão oral do Fluconazol, o tempo para que o remédio comece a agir dentro do nosso corpo pode variar de 30 minutos até 6 horas, dependendo do estágio da infecção e do organismo em geral. Pode-se perceber um certo alívio dos sintomas, aproximadamente, 1 hora depois da ingestão.

O preço médio do Fluconazol pode variar muito, dependendo do estabelecimento comercial, mas geralmente fica em torno de R$ 10,89 até R$ 20,77, em média. Não é necessário receita médica para comprar o medicamento, mas sempre é válido lembrar que a auto medicação pode trazer riscos para a saúde e a posologia é a ingestão semanal de um comprimido de 150 mg durante 2 a 4 semanas, ininterruptamente. Dependendo do caso, o tratamento pode-se estender para até 6 semanas e lembrando que o parceiro (a) deve tomar também caso os dois tenham relações sexuais sem preservativo. O tratamento requer disciplina e o comprimido deve sempre ser tomado no mesmo horário, preferencialmente.

O Fluconazol pode ser adquirido pela internet através de diversos sites das maiores redes de farmácias do Brasil, tais como Drogaria Araújo, Ultrafarma, Pacheco, Clique Farma, entre várias outras.

Para quem faz uso de bebidas alcoólicas, o mais indicado é que enquanto estiver fazendo o tratamento com Fluconazol, deve-se evitar qualquer ingestão de álcool, de qualquer tipo, para que não corte o efeito do medicamento e como consequência, a eficácia do tratamento.

Como o medicamento é eliminado pela urina, alguns sintomas desagradáveis podem aparecer como febre ou calafrios, urina escura, falta de apetite e cansaço extremo. Consulte sempre o médico antes do tratamento com Fluconazol, pois a reação não costuma ser a mesma em todas as pessoas. Grávidas não devem fazer o uso do Fluconazol, em nenhuma hipótese.

Rodrigo Souza de Jesus


Preocupações com a saúde não devem ser à toa, pois qualquer anormalidade no corpo é passível de verificação diretamente com um médico, da rede pública ou da particular. A Doença de Alzheimer, por exemplo, não é constatada apenas pelo esquecimento de informações recentes e modificações no padrão funcional; fadiga e estresse também são indícios.

Para várias doenças, um dos métodos mais utilizado e viável é o medicamento. Em seu primeiro mês, o programa Farmácia Popular, que inclui em sua lista remédios para diabetes e hipertensão, registrou crescimento de 45% na venda e oferta grátis entre os 25 componentes abrangidos pelo Aqui Tem Farmácia Popular.

Dados revelam que desde 14 de fevereiro, quando a gratuidade foi iniciada, até 14 de março, 2,6 milhões de remédios foram retirados pelos cidadãos, 800 mil a mais em relação ao período igual de um mês atrás.

O Aqui Tem Farmácia Popular inclui vários medicamentos com até 90% de abatimento no valor total, tais como para rinite, glaucoma, asma e até fraldas geriátricas. Para conseguir remédios, o cidadão deve apresentar a receita médica, seu CPF e um documento com foto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom


Problemas de saúde podem ser combatidos com simples mudanças de comportamento, desde parada no hábito do fumo e tempo disponível para caminhadas, até realização de exercícios em academias e espaços abertos, como parques. Outros empecilhos, porém, obrigam o “doente” a fazer uso de medicamentos, que devem ficar mais caros em breve.

Isto porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o reajuste de valores para quase todos os remédios disponíveis no Brasil. O índice de alta (3,54%, 4,77% ou 6,01%) depende exclusivamente da categoria do medicamento e também do faturamento do laboratório incumbido da fabricação.

Até o próximo dia 31 as empresas responsáveis pela fabricação de cada remédio devem encaminhar à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) uma planilha de vendas com os valores que almejam enquadrar. Não serão reajustados medicamentos homeopáticos, fitoterápicos e outros de livre comercialização.

O consumidor precisa estar atento, mais uma vez, com outra elevação de preços, que incide diretamente nos bolsos. De todo jeito, o “incentivo” quanto ao correto cumprimento das fabricantes tem por base multas, de R$ 212 a R$ 3,2 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


Após 56 anos, virá ao mercado uma droga para aliviar as dores e crises manifestadas pelo Lúpus Eritematoso Sistêmico, uma doença autoimune onde a pessoa afetada acaba tendo seus próprios órgãos e tecidos atacados por reações imunológicas.

O nome do medicamento se chama Benlysta, que foi pesquisado durante 15 anos pela Human Genome Sciences Inc., e será comercializado pela GlaxoSmithKline. Nesta última quarta-feira, 09 de março, a droga foi aprovada pela FDA, agência reguladora dos medicamentos nos EUA, o que define-se como um marco para que outras substâncias sejam pesquisadas em favor da melhoria dos pacientes com lúpus.

Mas é importante ressaltar que o medicamento não foi eficaz na forma mais grave da doença, e só obteve sucesso em 35% dos norte-americanos que se submeteram ao tratamento. Além disso, a FDA disse que exigirá um estudo da Benlysta em portadores de lúpus afro-americanos, os quais não apresentaram resultados positivos com os testes já realizados.

Por Elizabeth Preático


Por iniciativa do Ministério da Saúde, os usuários do Programa Farmácia Popular poderão obter o endereço das farmácias do sistema de forma gratuita pelos celulares. A pessoa receberá informações com nome, endereço e telefone de até três unidades onde ela poderá receber gratuitamente remédios para diabetes e hipertensão.

Para ter acesso a tal informação basta enviar uma mensagem de texto pelo celular para o número 27397 com o CEP da residência, sem sinais gráficos e, em poucos segundos, chega a resposta com as sugestões.

Desde 14 de fevereiro, o governo oferece gratuitamente 11 medicamentos para hipertensão e diabetes em mais de 15 mil farmácias e drogarias credenciadas que pertencem a rede privada e também nas 544 unidades próprias.

O doente, para conseguir a medicação, deve ir a farmácia com CPF, documento com foto e receita médica; medida tomada para evitar a automedicação. O programa da Farmácia Popular também oferece outros tipos de medicamentos usados no tratamento de rinite, asma, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, com 90% de desconto, além de fraldas geriátricas.

Informações e esclarecimentos de dúvidas sobre os medicamentos ligue para o Disque Saúde 0800 61 1977 ou pelo e-mail analise.fpopular@saude.gov.br.

Por Danielle Vieira


Os portadores de hepatite C ganharam uma nova esperança de tratamento. Duas novas drogas, o telaprevir e o boceprevir, estão em fases finais de aprovação na Europa e nos Estados Unidos.

Os novos medicamentos prometem dobrar as chances de eliminação do vírus, e além disso possuem tempo de tratamento bem menor do que o atual, que utiliza a ribavirina e o interferon.

As novas drogas atuam impedindo a replicação do vírus VHC, causador da hepatite C.

De acordo com a hepatologista Edna Strauss, do Hospital de Clínicas da USP, o tratamento atual não é satisfatório na eliminação da doença para mais da metade das pessoas que o procuram. E é para este grupo que os novos medicamentos irão atuar com efeito maior, havendo chance de cura de 90%.

Por Elizabeth Preático


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) começou a exigir a retenção de receita para a venda de antibióticos. A medida deveria começar a entrar em vigor nesse último domingo (28), mas algumas farmácias online já se anteciparam e bloquearam a compra de medicamentos na sexta-feira (26).

Drogarias como a Farmadelivery e Onofre já colocaram, desde quinta-feira (25), um aviso no site falando sobre o medicamento controlado. A Farmadelivery, no mesmo dia, já cancelou a venda desses remédios. Isso acontecerá também com a venda por telefone.

Na farmácia Onofre, desde sexta-feira, foi informado aos seus clientes que a venda de medicamentos antimicrobianos só seria feita no balcão da farmácia e sob receita médica.

Para a Anvisa, o mais importante não é a restrição de venda pela internet e por telefone, e sim que haja um pouco mais de rigor no controle das receitas médicas.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa





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