Medicamento foi reprovado nos testes de estabilidade.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que fossem suspensos 13 lotes de anticoncepcional. Por sua vez, a Farmacêutica Bayer apresentou um comunicado oficial e por portaria, indicando o recolhimento de forma voluntária dos lotes do medicamento chamado Gynera, um contraceptivo o qual teve seu resultado no teste de estabilidade apresentado reprovado, sendo insatisfatório aos padrões exigidos e fiscalizados pela agência.

Risco à saúde

O principal motivo pelo qual os medicamentos foram recolhidos foi, de fato o resultado dos testes de estabilidade realizados, os quais indicaram “risco à saúde com classificação III”, significando portanto um alto risco e logicamente de desaconselhável utilização.

Gynera

O Gynera é um medicamento contraceptivo, ou seja, anticoncepcional para ingestão por via oral combinado.

Cada drágea para ingestão é composta por uma combinação de estrogêneo (etinilestradiol) com progestógeno (gestodeno) e dois hormônios femininos.

Pelas pequenas quantidades de hormônios ele pode ser considerado um contraceptivo para ingestão de forma oral e de baixa dose.

Tais contraceptivos juntos diminuem consideravelmente a duração e a intensidade no momento do sangramento menstrual, o que reduz bastante a possibilidade de ter anemia por decorrência de deficiência de ferro.

Outro fator importante é relacionado à cólica menstrual, que por sua vez pode ter menor intensidade ou até mesmo desaparecer completamente, o que denotaria outra qualidade da medicação apresentada.

Outros distúrbios como cistos ovarianos, gravidez ectópica (que é quando o feto é formado fora do útero), doença benigna da mama, infecções pélvicas (DIP) e câncer do endométrio e dos ovários, ocorrem com menos frequência em mulheres usuárias de tais contraceptivos.

Relação dos lotes suspensos

Os lotes que foram suspensos do medicamento contraceptivo Gynera são os seguintes e com suas respectivas validades:

  • BSO1EN6, 04.12.17

  • BSO1F2J, 04.12.17

  • BSO1FCF, 04.12.17

  • BSO1F2H, 04.12.17

  • BSO1F4A, 04.12.17

  • BSO1FJH, 28.06.18

  • BSO1G1CC, 28.06.18

  • BSO1GJS, 25.08.18

  • BSO1GSS, 26.10.18

  • BSFO1G1CC, 28.06.18

  • BSO1GJS, 25.08.18

  • BSO1H6F, 26.04.18

  • BSO1GR4, 25.08.18

Para informações mais completas sobre a suspensão dos lotes em questão do contraceptivo Gynera, bem como acessar a portaria e demais dados, basta acessar o site www.portal.anvisa.gov.br.

Evite sempre a auto medicação. Todo e qualquer medicamento a ser utilizado deve ser feito conforme orientação e prescrição de seu médico.

Por Silvano Andriotti


Anticoncepcional Sistema Essure é suspenso pela Anvisa por Risco Máximo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu o contraceptivo permanente, Sistema Essure, de todo território brasileiro, nessa segunda-feira (20), após relatórios técnicos apontarem problemas graves à saúde da mulher, segundo o órgão. O produto distribuído pela Comercial Commed Produtos Hospitalares Ltda foi classificado pela Anvisa com risco máximo.

O contraceptivo pode provocar “alterações no sangramento menstrual, gravidez indesejada, dor crônica, perfuração e migração do dispositivo, alergia e sensibilidade ou reações do tipo imune”, segundo publicação do portal da Agência Sanitária. Por essas razões, recebeu o grau de classificação de risco máximo.

A fiscalização suspendeu a importação, distribuição e comercialização do anticoncepcional, tanto em seu uso como na divulgação do mesmo. Esta ação é regulamentada pela resolução RE nº 457, de 17 de fevereiro de 2017, segundo comunicado da Anvisa.

O sistema Essure é um tipo de esterilização da mulher, uma espécie de laqueadura sem cirurgia. Esse método foi liberado em 2009 no país e, na época, estava presente no mercado mundial há 10 anos.

Como funciona Essure

O contraceptivo é um mecanismo de titânio e níquel. Ele é introduzido no início da tromba uterina, através de um aparelho de histeroscópia. Essure é como se fosse uma mola de 4 cm de cumprimento e espessura de um fio de cabelo, conforme descrição do produto no site da fabricante. Para implantá-lo bastaria apenas uns 10 minutos, sem anestesia e procedimentos complexos. Após três meses, o dispositivo se expande no tubo uterino e bloqueia-os permanentemente e de modo irreversível.

Em 2015, os anticoncepcionais se tornaram notícias por causa de estudos e casos que relacionava o uso dos remédios com as tromboses venosas. Agora outro tipo de contraceptivo feminino causa risco à saúde da mulher. Na época, a Anvisa alertou a população brasileira para não usar anticoncepcionais sem a prescrição médica. Pois dessa forma, será possível avaliar individualmente cada caso e verificar os riscos eminentes relacionados a determinados hormônios contidos nesses medicamentos.

Distribuidora e fabricante

Comercial Commed Produtos Hospitalares Ltda é uma empresa com mais de 30 anos no mercado de distribuição de medicamentos e produtos hospitalares no Brasil. A fabricante do Essure é a farmacêutica alemã Bayer.

Daniella Dutra


Proibição de comercialização atinge apenas um lote do produto e ocorre devido a presença de pelo de roedor.

Mais uma vez a Anvisa precisou fazer uma proibição na distribuição de alimentos. Dessa vez foi de um extrato de tomates que continha pelos de ratos em um de seus lotes.

É isso mesmo, aconteceu de novo, a Agência Nacional de Vigilância acaba de proibir a distribuição e também a venda de um determinado lote do extrato de tomate cuja marca é Quero, que pertence ao grupo Heinz Brasil, que possui instalações no estado de Goiás.

A proibição aconteceu oficialmente nesta última segunda-feira, dia 20 de fevereiro, quando ocorreu o registro de uma resolução no Diário Oficial da União.

O motivo da criação dessa resolução que proíbe produção e venda do extrato de tomate Quero é o fato de após uma análise o laudo de conclusão apontou que havia no extrato uma matéria que oferecia a possibilidade de risco à saúde, sendo esta matéria estranha pelos de roedor que ultrapassam o limite de tolerância determinado pela agência.

A Anvisa deixa claro que ao que as análises indicam, apenas um lote do extrato Quero possui esse problema, sendo ele o de número L 11 07:35.

Nesse sentido, segundo a recomendação da Anvisa, a fabricante do produto deve recolher todo o lote já repassado ao mercado. Além disso, a revenda dos produtos que pertencem a esse lote também está proibida. A previsão da fabricante é de que até o mês de agosto deste ano, todo o lote do extrato já esteja fora do mercado.

Embora tenha ocorrido esse problema no extrato de tomate, a Heinz afirma que tem investido cada vez mais em tecnologia para que assim seus produtos tenham mais qualidade e que satisfaça seus consumidores.

Contudo, essa é a terceira vez que produtos da Heinz apresentam esse mesmo problema de presença de pelos de ratos em sua composição. O primeiro caso aconteceu no ano de 2013 e a segunda vez foi no ano passado.

Dessa forma, a Anvisa alerta aos consumidores do extrato de tomate do lote em questão que se possuírem em suas casas esses produtos , eles devem ser descartados, pois a ingestão desse produto pode acarretar riscos para a saúde, que podem ser diarreias e até casos mais graves.

Sirlene Montes


Problemas de saúde podem ser combatidos com simples mudanças de comportamento, desde parada no hábito do fumo e tempo disponível para caminhadas, até realização de exercícios em academias e espaços abertos, como parques. Outros empecilhos, porém, obrigam o “doente” a fazer uso de medicamentos, que devem ficar mais caros em breve.

Isto porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o reajuste de valores para quase todos os remédios disponíveis no Brasil. O índice de alta (3,54%, 4,77% ou 6,01%) depende exclusivamente da categoria do medicamento e também do faturamento do laboratório incumbido da fabricação.

Até o próximo dia 31 as empresas responsáveis pela fabricação de cada remédio devem encaminhar à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) uma planilha de vendas com os valores que almejam enquadrar. Não serão reajustados medicamentos homeopáticos, fitoterápicos e outros de livre comercialização.

O consumidor precisa estar atento, mais uma vez, com outra elevação de preços, que incide diretamente nos bolsos. De todo jeito, o “incentivo” quanto ao correto cumprimento das fabricantes tem por base multas, de R$ 212 a R$ 3,2 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


Se você faz uso de produtos inibidores de apetite para que assim consiga perder peso, pode no futuro ter problemas nas compras de tais medicamentos. Segundo nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, a próxima meta do órgão é banir a comercialização dos anorexígenos anfetamínicos, nome cientifico para os inibidores.

A informação da conta que os medicamentos, que possuem femproporex, anfepramona e mazindol, podem causar sérios danos para à saúde da pessoa que o usa.

O ato da Anvisa, se baseia em um comunicado que o Cateme – Câmara Técnica de Medicamentos, fez no ano de 2010, abordando o fato de os remédios que continham sibutramina e os anorexígenos anfetamínicos, tem a porcentagem de riscos para a saúde, maior que os seus benefícios podem dar ao organismo da pessoa.

Um dos pontos mais enfáticos que o órgão se embasa para a proibição das substâncias, são os elevados riscos no sistema cardiopulmonar e no nervoso, que o seu uso pode acarretar. 

O Brasil não seria o primeiro país a tomar esta decisão, são vários os locais onde os inibidores já não são de comercialização legal.

A maior dica é praticar exercício e fazer uma boa dieta, supervisionada por médicos, para resolver o excesso de peso.

Para conferir maiores detalhes sobre o assunto, leia a nota técnica da Anvisa sobre os inibidores de apetite.

Por Oscar Ariel 


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) começou a exigir a retenção de receita para a venda de antibióticos. A medida deveria começar a entrar em vigor nesse último domingo (28), mas algumas farmácias online já se anteciparam e bloquearam a compra de medicamentos na sexta-feira (26).

Drogarias como a Farmadelivery e Onofre já colocaram, desde quinta-feira (25), um aviso no site falando sobre o medicamento controlado. A Farmadelivery, no mesmo dia, já cancelou a venda desses remédios. Isso acontecerá também com a venda por telefone.

Na farmácia Onofre, desde sexta-feira, foi informado aos seus clientes que a venda de medicamentos antimicrobianos só seria feita no balcão da farmácia e sob receita médica.

Para a Anvisa, o mais importante não é a restrição de venda pela internet e por telefone, e sim que haja um pouco mais de rigor no controle das receitas médicas.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa





CONTINUE NAVEGANDO: