Jogo da Baleia Azul – Como Identificar e Ajudar as Pessoas que Participam



  

Confira aqui o que fazer para identificar e ajudar as pessoas as pessoas que participam do jogo.

Nos últimos anos, a taxa de suicídio entre os jovens de 10 a 14 anos aumentou cerca de 40%, e entre a faixa etária de 15 a 19 anos foi de 33%, de acordo com o Mapa da Violência 2014. Entretanto, apesar de os dados serem alarmantes, o tema ainda é visto como tabu por muitas famílias e inclusive nas escolas, em que a questão não é discutida seriamente.

Desta forma, os jovens podem passar despercebidos pelos amigos, familiares e colegas do cotidiano, e influenciados por jogos e desafios, podem ficar vulneráveis e cometer suicídio, como faz parte de uma das regras do jogo “Baleia Azul”.

Neste sentido, a internet pode ter influência decisiva, uma vez que pode servir de instrução destrutiva ou induzir à prática de algum crime por meio de regras, em que os participantes são obrigados a cumprir, antes de cometer o suicídio.

Mas, a internet também pode ser uma aliada para quem precisa de ajuda: o Centro de Valorização a Vida (CVV), que oferece auxílio por meio de chat, Skype, e-mail e também telefone. É fundamental que os pais prestem atenção no comportamento da criança e também busque estabelecer uma relação de confiança, apoio e diálogo, principalmente.





Desta maneira, é essencial ficar atento a comportamentos estranhos quando perceber que algo está muito diferente ou teve algum tipo de mudança, mesmo que seja sutil. É necessário saber respeitar o espaço e a privacidade, mas ao mesmo tempo, estar atento ao que acontece ao redor, sobretudo se a pessoa emitir alguns sinais de alerta como isolamento, irritabilidade excessiva, piora no rendimento da escola, consumo de álcool e drogas, entre outras mudanças de comportamento.

Ao notar qualquer mudança, não tenha medo de dialogar, ou seja, demonstre que a pessoa tem importância e que você quer entender o que está acontecendo. Além disso, seja franco, direto e insista, mesmo que o outro relute, se achar necessário busque uma ajuda especializada por meio de um psicólogo ou psiquiatra. Desta forma, ofereça ajuda e preocupe-se com todas as pessoas ao seu redor. Tenha o hábito de conversar, perguntar se está tudo bem e demonstre o quanto se importa.

Por Babi



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